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Gilat vai fornecer banda larga por satélite à Petrobras

Empresa israelense foi contratada pela Sencinet, responsável pelo projeto de conectividade da petroleira; sistema será o SkyEdge II-c, o mesmo utilizado em iniciativa da TIM
Plataforma offshore da Petrobras deve ter banda larga por satélite
Em acordo com a Gilat, Petrobras deve ter banda larga por satélite (crédito: Freepik)

A Gilat Satellite Networks vai fornecer conectividade de banda larga por satélite à Petrobras. A companhia israelense foi selecionada pela Sencinet, empresa integradora de soluções de infraestrutura de rede que está à frente do projeto da petroleira brasileira.

Acontece que, atualmente, a Petrobras está investindo em modernização e expansão de suas capacidades de telecomunicações onshore e offshore. Com isso, a Sencinet implantará o sistema SkyEdge II-c, da Gilat, em plataformas de petróleo, navios e estações terrestres como parte do projeto de conectividade por satélite.

Segundo a Sencinet, a plataforma SkyEdge II-c foi escolhida por oferecer vantagens como software VNO em vários feixes, o qual deve permitir o cumprimento dos requisitos de acordo de nível de serviço (SLA, na sigla em inglês) da Petrobras.

“Existe um amplo mercado para soluções como essas em todo o Brasil e, junto com a Gilat, planejamos acelerar o nosso crescimento com empresas que prestam serviços à Petrobras, assim como com empresas privadas de petróleo e navios de abastecimento envolvidos na exploração e na logística em todo o país”, afirma, em nota, Jayme Ribeiro, diretor executivo de Vendas e Marketing da Sencinet.

No Brasil, a Gilat é parceira da TIM no projeto Sky Coverage, o qual consiste na criação de um backhaul 4G com base em conexão por satélite. O programa também utiliza a plataforma SkyEdge II-c. O projeto superou, até fevereiro deste ano, a marca de 1 mil sites alimentados pela tecnologia satelital.

Fibra óptica à venda

Recentemente, a Petrobras colocou a sua rede de fibra óptica onshore à venda. Com extensão de aproximadamente 8 mil km, os ativos serão vendidos em blocos regionais, por meio de um processo conduzido pela Ernst & Young (EY). A malha óptica da petroleira é composta por cabos enterrados, cuja maioria possui capacidade de 36 fibras cada.

Os interessados tinham até a última sexta-feira, 21, para assinar um acordo de confidencialidade, condição para participar do processo de aquisição.

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