Fintech do Santander já tem 1 milhão de usuários


superdigital-santanderO banco Santander anunciou hoje, 09, o re-lançamento da Superdigital, sua fintech dedicada à transferência de valores entre pessoas com ou sem conta bancária. O serviço é todo baseado em um aplicativo que pode ser instalado em smartphones Android ou iOS.

O usário paga mensalidade de R$ 7,90 a R$ 11,90. Com isso pode enviar ou receber dinheiro. A mensalidade é cobrada apenas no mês em que utilizar o serviço. O cliente recebe um cartão de crédito Mastercard no plano mais barato, ou três cartões, no mais caro.

A plataforma é baseada na ContaSuper, que já tinha 1 milhão de clientes e foi comprada pelo banco no ano passado. De novidade, além da nova marca, veio a integração completa ao sistema financeiro, garantindo que correntistas de qualquer banco em atividade no Brasil possam enviar quantias aos usuários do Superdigital, e estes, a qualquer banco.

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O aplicativo vem sendo refeito há seis meses. O Santander, depois da aquisição, investiu para integrar ao sistema financeiro (antes o app previa transferências apenas ente os usuários). Também bancou o desenvolvimento do sistema que permite reconhecer na agenda de contatos os usuários do serviços e a realização de transações por chat.

Segundo Ezequiel Archipretre, CEO da fintech, o chat e a integração com os bancos são os grandes diferenciais do sistema. No primeiro caso, porque permite que um grupo de pessoas organize eventos, faça vaquinhas, doe, durante uma simples conversa. E no segundo, pois facilita o uso por empresas ou instituições de ensino. “Estamos conversando para fazer convênios com universidades, onde há muito potencial”, afirma. Em cinco, ele espera ultrapassar a marca dos 10 milhões de correntistas.

O executivo conta que já negocia com operadoras de telecomunicações para oferta de uso do aplicativo sem desconto na franquiade dados. Para isso, o Santander estuda se o ideal é o modelo de acesso patrocinado. Ele também diz que ainda este ano fechará grandes parcerias para a distribuição do app, possivelmente com fabricantes de celulares. Detalhes como o valor investido na empresa e na reformulação do ContaSuper ele não revela.

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