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Feninfra, Abes, Abranet e Abrint repudiam vandalismos em Brasília

Entidades que representam instaladoras de redes, provedores de internet e desenvolvedoras de software reprovaram ataques às sedes dos Três Poderes

Crédito: Agência BrasilA Associação Brasileira de Internet (Abranet), a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), a Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra) e a Associação Brasileira de Software (Abes) soltaram notas de repúdio contra os atos de vandalismos cometidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo, 8, em Brasília. Golpistas invadiram e destruíram o Congresso Nacional, Palácio do Planalto ea  sede do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Abranet repudiou “os atos criminosos de depredação do patrimônio público, nos prédios do Congresso, Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto”. A Abrint refutou os atos “que atentaram contra o respeito às Instituições da República e contra o patrimônio público nacional”.

A Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra) afirmou que atos de vandalismos como esses são muito danosos à democracia, ao país, à economia e à imagem internacional do Brasil. “São ações criminosas, que desrespeitam a Constituição, as instituições e o Estado de Direito”, afirma a entidade.

A Abes emitiu nota de conteúdo semelhante, na qual defende ações enérgicas e céleres para responsabilização dos criminosos e reitera seu compromisso com o Estado de Direito.

Leia a seguir as íntegras das notas contra atos de vandalismos:

“Com 26 anos de atuação pelo desenvolvimento de uma rede aberta para todos e mais de 400 associados em toda a cadeia de valor da internet do país, a Associação Brasileira de Internet (Abranet) repudia os atos criminosos de depredação do patrimônio público, nos prédios do Congresso, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto, na tarde deste domingo (8), em Brasília.

Eduardo Neger, presidente da Abranet”

“A ABRINT, no exercício da sua função de resguardar a importância da internet e da inclusão digital no Brasil pelos provedores regionais, refuta os atos de 08/01/2023 que atentaram contra o respeito às Instituições da República e contra o patrimônio público nacional. A internet, a paz e o diálogo democrático devem seguir juntos na transformação digital do nosso país.

Abrint”

“A Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática) repudia os atos de vandalismo, depredação do patrimônio público e invasão das sedes dos Três Poderes, no Distrito Federal. Atos como esses são muito danosos à democracia, ao País, à economia e à imagem internacional do Brasil. São ações criminosas, que desrespeitam a Constituição, as instituições e o Estado de Direito. A entidade, como representante de um setor integrante da cadeia de valores da transmissão de dados, informações e mídias, defende o direito à livre manifestação e pensamento e atos pacíficos e cívicos, mas ações violentas não podem ser toleradas. Os fatos precisam ser devidamente apurados e os responsáveis responsabilizados na forma da lei. O Brasil é muito maior e mais forte do que a minoria irresponsável que invadiu a Praça dos Três Poderes

Vivien Mello Suruagy, presidente da Feninfra”

“A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, condena veemente os atos de vandalismo que ocorreram neste domingo na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Esperamos ações enérgicas e céleres por parte das autoridades constituídas, dentro dos limites do Estado de Direito, para a apuração dos fatos e a devida responsabilização dos agentes.

Com o propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, a ABES é contra qualquer ação de violência e reitera o apoio irrestrito ao Estado de Direito.”

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