Febratel defende extensão da desoneração de Fistel para banda larga móvel


Associação lamentou que a medida não tenha sido aplicada no caso de máquinas de cartão de crédito.

Em nota após a aprovação, ontem, da regulamentação para desoneração de conexões máquina a máquina (M2M), a Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel) defendeu que a medida deve ser estendida a “outros segmentos considerados prioritários para o desenvolvimento do país, especialmente o de banda larga”.

A associação considerou a desoneração do Fistel para conexões M2M como uma “importante vitória da sociedade como um todo e que permitirá o avanço no país de novos mercados, incentivando investimentos e facilitando a vida dos brasileiros”. A Febratel, no entanto, lamentou que a medida não tenha sido aplicada no caso de máquinas de cartão de crédito.

A Febratel lembrou que, desde 2001, já foram arrecadados para o Fistel cerca de R$ 50 bilhões e menos de 8% desse total foram utilizados para a fiscalização.

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Hoje, existem no país 8,7 milhões de terminais M2M, entre os 273 milhões de chips de celular em operação. As previsões, no entanto, apontam para uma explosão nesse mercado, chegando a 2 bilhões de dispositivos no Brasil em 2020.

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