Dirigente da AT&T volta ao Brasil e avisa que não pretende vender a Sky


Enquanto os comentários no mercado de telecomunicações no dia de hoje, 27, continuam voltados para a oferta do milionário russo à Oi, de US$ 4 bilhões, condicionada ao ingresso da TIM, outros agentes estrangeiros também se movimentam no mercado brasileiros. Entre eles, a AT&T, que na semana passada, enviou dirigentes seus para conversar com o ministro da Fazenda Joaquim Levy.

No tour brasileiro, que envolveu também reuniões com o presidente da Anatel, João Rezende, a empresa não avançou sobre seus futuros movimentos no Brasil, embora o ministro das Comunicações, André Figueiredo, tenha afirmado ontem à imprensa, que espera movimentos de consolidação ou de “expansão” no mercado brasileiro nos próximos seis meses.

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Conforme fontes que participaram as reuniões com os executivos, a AT&T não parece demonstrar muito apetite para ingressar na seara das consolidações ou entrar regulado mundo das concessionárias, mas também não quer deixar o que já tem. “Eles disseram com todas as letras que não vão vender a Sky para a Telefônica”, afirmou fonte que participou das reuniões.

Leilão:

Mas a gigante norte-americana não disse se vai ingressar com fôlego no novo leilão de frequência  que a Anatel pretende realizar em dezembro, quando vai colocar a venda sobras de faixa de 1,8 GHz, 2,5 GHz e 1,9 GHz. A faixa mais importante para a AT&T seria a de 2,5 GHz, para complementar aquelas que a Sky adquiriu ao comprar as operações de MMDS, além de ter também adquirido algumas licenças no último leilão.

A AT&T não gostou do preço que pagou por essas frequências – cerca de US$ 15 milhões – e deve analisar com cautela o novo leilão, que tem, contudo, muito mais vantagens  ‘a última venda realizada, entre elas, o fato de não se exigir garantias, não haver compromissos de cobertura e os preços relativamente baixos, ‘a exceção da frequência de 1.800 MHz.

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