Dall´Antonia ressalta necessidade de integrar TICs aos planos urbanos


Para alcançar a condição de Cidades Digitais Plenas, os municípios precisam repensar seus planos diretores, de modo a incorporar as TICs em seu desenvolvimento urbano. Devem ter na mira a total transparência das tecnologias, a integração e a replicação dos serviços públicos para os ambientes virtuais. A avaliação foi feita por Juliano  Castilho Dall´Antonia, diretor …

Para alcançar a condição de Cidades Digitais Plenas, os municípios precisam repensar seus planos diretores, de modo a incorporar as TICs em seu desenvolvimento urbano. Devem ter na mira a total transparência das tecnologias, a integração e a replicação dos serviços públicos para os ambientes virtuais. A avaliação foi feita por Juliano  Castilho Dall´Antonia, diretor de Inclusão e TV Digital do CPqD, no 5º Wireless Mundi, evento realizado pela Momento Editorial. As cidades digitais, de acordo com Dall´Antonia, precisam começar a pensar na camada virtual, não apenas na estrutura física, sempre com uma visão de "serviços disruptivos em que a naturalidade dos relacionamentos humanos se sobreponha à tecnologia".

"Hoje, ainda estamos no acesso básico, nos telecentros", disse Dall´Antonia, alertando para a necessidade de pensar o futuro. Como ilustração das possibilidades de digitalização urbana, ele descreveu uma situação que, reconhece, ainda está longe de se tornar realidade, mas que indica direções possíveis de serem trilhadas: um cidadão, ao ter seu carro quebrado no meio da rua, encosta no meio fio. A partir daí, um sistema de serviços integrados e virtuais permite que o automóvel faça um autodiagnóstico do problema, as oficinas mais próximas sejam rastreadas e contatadas, o conserto seja agendado e uma transação de pagamento do serviço seja emitida, além de ser acionado o departamento de tráfego, o resgate por guincho e ainda serviço um táxi. Tudo sem intervenção humana, a não ser a autorização do motorista para a contratação do conserto. (Da Redação)

PUBLICIDADE
Anterior Serviço móvel via satélite poderá ter tarifa nacional
Próximos Vem aí a licitação da 3,5 GHz sem mobilidade