Claro, TIM e Vivo ficam com o máximo do espectro nacional do 5G


As três operadoras saem do leilão com 100 MHz na faixa de 3,5 GHz, a frequência nobre do leilão do 5G, possuindo mais espectro que a maioria das operadoras do globo. Com isso, poderão ofertar tudo o que o 5G promete – realidade virtual, holografia, carros autônomos, e muita, muita velocidade no celular.

Leilão do 5G é aberto. Crédito: Freepik
Leilão do 5G é aberto. Crédito: Freepik

Com a aquisição da sobra da faixa nacional de 3,5 GHz que não foi comprada na etapa inicial do leilão do 5G da Anatel, as três maiores operadoras de celular brasileiras – Claro, TIM e Vivo – acabaram ficando com a maior quantidade de espectro de 3,5 GHz em relação a maioria das operadoras do globo. Depois de comprarem 80 MHz na primeira fase do leilão, adquiriram mais 20 MHz cada, ficando cada uma com 100 MHz, espectro suficiente para oferecer tudo o que o 5G promete fazer, em termos de realidade virtual, holografia, serviços industriais e autônomos.

Como não apareceu qualquer interessado por adquirir a quarta licença de 80 MHz nacional da faixa de 3,5 GHz, as regras do edital permitiam que essa licença fosse depois dividida e pudesse ser comprada pelas três empresas, que de fato cumpriram o prometido e pagaram o preço mínimo previsto no edital. Cada uma pagou a mais R$ 80,3 milhões por mais 20 MHz dessa faixa. Acabou sobrando um pedaço de 20 MHz que não foi adquirido pelas operadoras que compraram os lotes regionais, e esse espectro poderá ser leiloado no futuro pela Anatel.

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Ainda hoje a Anatel vende as faixas de 2,5 GHz, cuja disputa ocorreu entre Claro e Vivo com Claro comprando todas as faixas que queria. A Brisanet adquiriu também o lote para a região Nordeste, onde atua.

 

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