Claro Brasil aposta em soluções de IoT para muito além da iluminação pública


Eduardo-PolidoroA modernização da iluminação pública, que está agora a cargo das administrações municipais e conta com recursos próprios arrecadados nas contas de luz, traz inúmeras outras oportunidades para o município melhorar o serviço (e a arrecadação) em diferentes áreas das cidades, apontou Eduardo Polidoro, diretor de IoT e M2M da Embratel. Segundo o executivo, o “smart lighting” é a porta de entrada para as cidades aprimorarem a  segurança pública e mesmo ter melhor controle dos  estacionamentos públicos das cidades. “Existem atualmente 130 PPPs (parcerias público-privadas)  em andamento para a modernização da iluminação pública”, afirmou Polidoro

Segundo ele, desde que a nova legislação repassou para os municípios a atribuição de gerir o sistema de iluminação das cidades, já foram  arrecadados R$ 9,2 bilhões em taxas para esse fim, dos quais apenas cerca de R$ 200 milhões  gastos até agora. Embora a lei atual só permita que os recursos sejam aplicados  exclusivamente para a modernização da  iluminação, há iniciativas no Congresso Nacional para ampliar o alcance dessas parcerias para novos projetos de digitalização, mesmo sem a utilização dos recursos da nova taxa.

” Já existem soluções para a prefeitura administrar, em tempo real,  os estacionamentos públicos ou mesmo as zonas azuis das avenidas nas cidades”, explicou Polidoro, durante o Wireless Mundi, evento da Momento Editorial, com o foco nas administrações municipais, realizado hoje em São Paulo.

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Conforme Polidoro, entre as PPPs já criadas, as de iluminação pública são as que apresentam a maior taxa de conversão (ou seja, concluídas e  em funcionamento), até porque há rígidos controles de resultados, normalmente realizados por renomadas empresas de auditoria.

Já em Fortaleza, disse Daniel Blanco, da Furukawa, foi implementado um projeto que integrou com soluções sem fio e de fibra óptica os semáforos, os pardais, escolas e postos de saúde. ” A convergência de redes é fundamental”, concluiu.

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