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Telefónica, Oi e Algar Telecom. O universo das carries

Mas mantém o acompanhamento especial da concessionária para verificar se está implantando o plano de recuperação

Pharol diz que assembleia de acionistas segue marcada para esta quarta-feira, 7. Oi diz que decisão judicial que homologou plano de recuperação afastou necessidade de realização da AGE.

Para a operadora, é preciso criar mecanismos que reduzam as iniciativas contrárias à política de telecomunicações a ser implementada.

Apesar de o conselho diretor da Anatel não ter aprovado a venda da antiga sede da Telefônica, a empresa considerou positivo o voto do conselheiro Juarez Quadros, presidente da entidade.

Até lá, a empresa só pode pedir as licenças urbanas necessárias e desenvolver os projetos das redes ópticas.

Maiores credores da Oi dizem que Conselho de Administração nem avaliou plano alternativo que apresentaram, combate argumento usado para descartar proposta revisada e criticam nomeação de conselheiros como diretores da operadora classificada como “intervenção”branca.

Companhia afirma que plano não trazia compromissos e nem era vinculante. Société Mondiale questiona argumento dos bondholders, de que seriam maioria na assembleia geral de sexta-feira, 10.

Operadora divulgou comunicado na CVM, esclarecendo dúvidas de acionistas.

Em um breve comunicado, a Oi informou na última sexta, 22, que “seu programa de acordo extrajudicial com credores foi autorizado pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Embora o comunicado não explicite, isso significa que a operadora irá manter os planos para o pagamento aos pequenos credores, que se inicia hoje com o credenciamento, apesar da resistência do banco chinês que havia ingressado na justiça para barrá-lo.

A Anatel não pretende prorrogar mais a decisão sobre os contratos de concessão, e assinar os mesmos termos que estão sendo prorrogados desde 2015. Para isso, deverá apresentar parecer jurídico que legaliza o uso do regimento para a aprovação do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) sem a apreciação de seu conselho consultivo, por decreto presidencial. Mas o PGO, que autoriza a migração da concessão para a autorização ficará “congelado” até deliberação da nova lei.