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Telefónica, Oi e Algar Telecom. O universo das carries

A oi reage à ação da Pharol na justiça dos EUA assinalando que repete argumentos não aceitos no Brasil.

Exigência imposta para aprovação da compra da BrT pela concessionária continua sem resposta há quase 10 anos. Corte de Contas vê falhas na atuação da Anatel.

Em decisão proferida hoje, juiz Fernando Viana retira os direitos políticos dos acionistas que participaram da assembleia extraordinária convocada pela Pharol em 7 fevereiro, exceto por aqueles que se abstiveram de votar.

Mas mantém o acompanhamento especial da concessionária para verificar se está implantando o plano de recuperação

Pharol diz que assembleia de acionistas segue marcada para esta quarta-feira, 7. Oi diz que decisão judicial que homologou plano de recuperação afastou necessidade de realização da AGE.

Para a operadora, é preciso criar mecanismos que reduzam as iniciativas contrárias à política de telecomunicações a ser implementada.

Apesar de o conselho diretor da Anatel não ter aprovado a venda da antiga sede da Telefônica, a empresa considerou positivo o voto do conselheiro Juarez Quadros, presidente da entidade.

Até lá, a empresa só pode pedir as licenças urbanas necessárias e desenvolver os projetos das redes ópticas.

Maiores credores da Oi dizem que Conselho de Administração nem avaliou plano alternativo que apresentaram, combate argumento usado para descartar proposta revisada e criticam nomeação de conselheiros como diretores da operadora classificada como “intervenção”branca.

Companhia afirma que plano não trazia compromissos e nem era vinculante. Société Mondiale questiona argumento dos bondholders, de que seriam maioria na assembleia geral de sexta-feira, 10.