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Telefónica, Oi e Algar Telecom. O universo das carries

A redução de até 22% nas ligações de um fonte fixo para um celular foi aprovada no dia 5 de fevereiro pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Em comunicado divulgado ontem à noite a concessionária brasileira Oi anunciou o cancelamento da distribuição de dividendos para o período de 2013 a 2016, cancelando assim a decisão de seu conselho de administração anunciada em 13 de agosto do ano passado, quando o conselho estimou pagamento de R$ 500 milhões em dividendos relativos a este período. Esta decisão foi anunciada após o presidente da empresa ter se reunido com o ministro das Comunicação, Ricardo Berzoini, e ter afirmado ao Tele.Síntese que este seria um ano “desafiador”.

Miriam Wimmer, diretora do departamento de serviços de universalização de telecomunicações do Minicom, acredita que tema deve entrar apenas na revisão dos contratos de 2020 ou 2025.

A carrier argumenta que muitas das propostas lançadas para consulta pública da Anatel para a revisão da concessão fere a prestação do serviço prevista na legislação.

Telefônica e Oi alertam que não basta apenas revisar os contratos de concessão, conforme propõe a Anatel, mas revisar todo o modelo de telecomunicações visto que os fundamentos da atual modelagem “caíram por terra”.

E diz que a massificação da banda larga passa por incentivos fiscais e creditícios para atender as regiões mais deprimidas.

Antes disso, no dia 2, os temas serão discutidos no 39º Encontro Tele.Síntese, que acontecerá em Brasília.

Objetivo é acelerar uso do satélite que vai ocupar posição obtida no último leilão da Anatel. Empresa assina contrato de concessão na próxima semana.