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Telefónica, Oi e Algar Telecom. O universo das carries

O ministro Gilberto Kassab defende que o projeto de lei deva ser analisado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal para que todos os segmentos da sociedade possam participar dos debates. Ele acha que, ao apoiar o projeto que já tramita (do deputado Daniel Villela) o processo pode ser mais rápido do que se o governo apresentar o seu próprio projeto.

A Oi tem pago em dia os contratos mensais; com fornecedores de tecnologia, entregas de equipamentos e software, contratos têm sido alongados em cinco meses.

O maior pedido de proteção à falência já ocorrido no Brasil, feito ontem, 20, pela Oi, está sendo analisado por diferentes juristas, advogados, economistas e executivos ouvidos pelo Tele.Síntese como a medida necessária, e única, adotada pela operadora brasileira para continuar a tocar suas operações, proteger suas atividades e poder voltar a sentar na mesa com os credores. Todos sabem que a complexidade da negociação é enorme, devido ao grande e diferenciado perfil dos credores, mas há também a certeza de que a operadora é fundamental para a manutenção do sistema de telecomunicações brasileiro, e por isso ninguém acredita em sua falência.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou com a Oi em maio deste ano, conforme as agências Valor Econômico e Globo, um acordo para a suspensão do pagamento da dívida da concessionária por 180 dias. Mercado acha que até o dia 10 de julho Oi deverá ter feito pedido de recuperação judicial.

Aprovação de TACs da ordem de R$ 5 bilhões e mudança nas regras para concessões vão criar “ambiente mais sustentável”, diz o CEO da companhia.

Como garantir os direitos dos acionistas das companhias controladoras com a redução do valor patrimonial na reversibilidade dos bens?

“Temos que correr, para que possamos acelerar dentro do Congresso a tramitação do novo marco regulatório”, afirmou Figueiredo.

Segundo a Anatel, tratava-se de um patrimônio de cerca de R$ 108 bilhões, pelo valor de aquisição, e de R$ 17 bilhões, pelo valor contábil. “Somente treze anos após o início da concessão, a agência disponibilizou essas informações”, lamentou o Tribunal.

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A publicação ainda este ano de decreto presidencial com novas obrigações de universalização, que impliquem redução do número de orelhões e flexibilização no tempo de instalação de telefones fixos em novas localidades é a reivindicação da Oi apresentada à Anatel, que alega que “um eventual adiamento de tal iniciativa iria impor um ônus adicional à concessão num cenário onde a sua sustentabilidade já se encontra ameaçada”

A consulta pública do Minicom para a mudança na concessão de telefonia fixa será lançada na próxima segunda, dia 23 de novembro, pelo ministro André Figueiredo