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Balanço

O resultado operacional divulgado por empresas de capital aberto do setor de telecomunicações e TICs

Operadora enfrentou queda de 6,5% nas receitas em função da crise causada pela Covid-19 e o consequente fechamento temporário de lojas. Ainda assim, registrou leve expansão do EBITDA.

Conglomerado divulgou hoje seus resultados financeiros, que apresentaram retração devido ao reflexo da crise gerada pela pandemia de Covid-19, desligamentos na TV paga e desvalorização cambial na América Latina.

Fabricante registrou retração na América Latina, em função da pandemia de Covid-19

No período, integralmente afetado pela pandemia de Covid-19, companhia ampliou base de assinantes pós-pagos em função da compra da Nextel e registrou alta de mais de 10% do EBITDA.

Gigante chinesa registra crescimento de 13,1% na comparação ano a ano. E diz que irá cumprir “obrigações com clientes e fornecedores”.

Companhia investiu R$ 660 milhões no mês. Documento divulgado pelo administrador judicial da tele mostra queda nas receitas e aumento de despesas com pessoal e impostos.

Operadora viu dívida em moeda estrangeira aumentar, assim como gastos relativos a contratos internacionais, conforme o real perdeu valor. No operacional, houve redução das receitas em cobre e DTH, investimento de R$ 1 bi em fibra óptica, expansão no mercado atacadista e de TI.

Companhia também fará a baixa contábil de US$ 108,7 milhões em equipamentos pré-comerciais estocados no país asiático, o que terá reflexo negativo no balanço financeiro do período

Estudo mostra aumento dos investimentos em TI por parte das empresas de médio e pequeno porte. E que setor de telecom só perde para o financeiro no aporte por usuário.

Operadora alega que não foram sentidos os efeitos da pandemia no primeiro trimestre. Aumento de despesas, depreciações e amortizações devido à expansão da rede a novas cidades afetou o resultado final.