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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

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{mosimage}Com o sinal verde do governo ao padrão japonês de TV digital, a coreana Samsung vai colocar suas equipes em campo para, no prazo máximo de um ano, oferecer aos consumidores brasileiros os primeiros displays para TV digital, que incluem TVs analógicas com setop boxes. A empresa aposta, também, na TV por celular, segundo informa o vice-presidente de novos negócios, Benjamin Sicsú. A companhia, diz o executivo em entrevista ao Tele.Síntese, pretende, ainda, se reposicionar no mercado local de infra-estrutura wireless com a tecnologia WiMAX.

Foto: Sérgio Almeida

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Produtos convergentes; o sucesso da operação móvel, que tem o melhor mix entre clientes pré e pós pagos do país; uma cruzada pela qualidade; marca única; um código de conduta para a empresa. Eis os diferenciais entre a empresa e a concorrência, segundo relata ao Tele.Síntese o presidente Ricardo Knoepfelmacher.

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A CTBC Telecom tem planos ambiciosos para os próximos cinco anos. Em sua área original, quer transformar-se em uma empresa de banda larga. Na  área de expansão, pretende continuar crescendo com a oferta de serviços ao mercado corporativo. E, para isso, afirma o seu presidente executivo, José Mauro Leal Costa, novas aquisições serão feitas.

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{mosimage}Com os recursos do Fust, o governo pretende, a partir do ano que vem, levar banda larga a escolas e bibliotecas públicas de todo o país. R$ 600 milhões do fundo serão descongenciados e incluídos no orçamento de 2007. Com essa iniciativa, avalia o coronel Oswaldo Oliva Neto, secretário-geral do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, será dado o ponta-pé para a construção de uma infra-estrutura capilarizada de banda larga, fundamental para o desenvolvimento do país.

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{mosimage}Desde que chegou ao Brasil, com a compra da Villares Control, a subsidiária local da Comsat vem ajustando seu foco para atender à evolução do mercado. No início, projetos wireless, de comunicação por satélite ou por rádio levaram à construção de backbones e pontos de presença das redes wireless. Após 1998, investiu na construção de um backbone óptico. E desde a aquisição da Vicom, em 2004, o crescimento da empresa vem sendo vertiginoso, afirma o seu presidente Luiz Sá.

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{mosimage}Nos últimos anos, o Estado brasileiro perdeu a capacidade de planejar o desenvolvimento industrial, analisa Alessandro Teixeira, presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). Para que o país não fique para trás, é preciso investir em áreas estratégicas e que serão vitais para qualquer indústria no futuro, como software e biotecnologia.

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Se não puder prestar o serviço diretamente, a Telefônica vai buscar parceiros que usem sua infra-estrutura e outros serviços, como billing. Até o final do ano, sua rede estará pronta para a oferta do novo serviço, garante o diretor geral da operadora, Stael Prata.

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Há tempos a empresa desenvolve software não exclusivo para PCs. A evolução dos terminais, a mobilidade, a diversificação dos serviços, empurraram a Microsoft para uma área que, até anteontem, era exclusiva das telecomunicações. A convergência e a internet acabam com exclusividades. No Brasil, a unidade de negócios de telecom é dirigida por Celso Winik, que relata ao Tele.Síntese a trajetória da empresa no setor.

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{mosimage}O subprocurador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público, Aurélio Rios, revela, nesta entrevista ao Tele.Síntese, que cabe à Anatel confrontar o valor da assinatura básica e das tarifas com os custos das empresas para verificar se não há desequilíbrio econômico contra os usuários. Na pauta de 2006 do MP, estão as operadoras móveis, a necessidade de incorporarem o Código de Defesa do Consumidor e a preocupação com os efeitos da radiação das antenas.

{mosimage} Essa é uma das alternativas na qual a Motorola vem investindo, segundo anuncia o presidente da subsidiária, Enrique Ussher, em entrevista ao Tele.Síntese. O uso da tecnologia Mesh, diz ele, pode baratear o custo de implantação de redes celulares. Com novas tecnologias como esta e a redução da carga tributária, Ussher acredita que é possível fazer avançar a taxa de penetração da telefonia celular no país.