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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

Foad é agora VP global da Furukawa

{mosimage}A Furukawa não esperava muito de 2006, admite seu presidente Foad Shaikhzadeh, em entrevista ao portal Tele.Síntese. Mas a demanda, sobretudo a privada, que consome redes e cabeamento estruturado, não decepcionou, e é ela a que gera metade da receita da empresa. Quanto ao futuro do segmento, passa pelo desaparecimento do cabo metálico, que será substituído pelo óptico, que disseminará a fibra para dentro da casa do cliente.

{mosimage}Em entrevista ao Tele.Síntese, como todo bom especialista em segurança, John Howell, da Nortel, não titubeia em afirmar que, no mundo IP,  não existe qualquer sistema que dê 100% de garantia. Não é por falta de preocupação da comunidade internet com o assunto, já que existem inúmeros fóruns debruçados sobre a questão, além dos protocolos. Entre suas sugestões de proteção, está o AVG, porque é bom, e grátis.

{mosimage}Será com esses aplicativos mínimos que o conversor básico da TV digital, o setop box, terá que chegar ao mercado. Disso o governo não abrirá mão é já avisou aos integrantes da câmara executiva que trabalham nas especificações das inovações tecnológicas. É o que conta André Barbosa, assessor especial da Casa Civil, designado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para participar de todo o processo de implantação da TV digital no Brasil, nesta entrevista ao Tele.Síntese.

{mosimage}Quando se fala em telemedicina, parece se tratar de uma técnica que implica sofisticadíssimos equipamentos. Até implica. Mas não, necessariamente, no país, explica em entrevista ao Tele.Síntese, o coordenador da disciplina na Medicina da USP, Chao Lung Wen. Conexão discada também serve. E, destaca, mais importante do que tecnologia é gente. E educação.

{mosimage}Essa é, hoje, a principal bandeira da empresa. De olho em um competidor que futuramente pode vir a incomodar – a NET Serviços, que tem por trás o grupo mexicano Telmex -, a Telefônica trabalha para oferecer serviço de vídeo, via satélite, e está brigando para comprar licenças para oferecer banda larga, via WiMAX, em sua área de concessão. Fernando Xavier Ferreira, seu presidente, em entrevista ao Tele.Síntese, insiste na tese de que tem que ser garantido, a todos os players, acesso a todos os segmentos de mercado e todos os produtos.

Foto: Fred Chalhub

{mosimage}Para a NET Serviços, a concorrência é uma verdadeira obsessão. Francisco Valim, presidente da empresa, garante que há competição na área de TV paga. Mas ela inexiste no serviço telefônico fixo local. Ele afirma que, implantados o bill&keep e a portabilidade numérica na telefonia fixa, no dia seguinte, as concessionárias poderiam entrar no mercado de pay TV, sem problemas.

{mosimage}O mundo pode até ser convergente, mas nunca houve tantas divergências entre as empresas competidoras dos mercados digitais. No epicentro de uma dessas disputas estão as TVs por assinatura e as telcos. A executiva Leila Loria, presidente da TVA, não se esquiva da briga. “As empresas de telefonia querem assegurar o monopólio do mercado de voz dando serviços de TV para seus clientes. Aí não pode, é Davi contra Golias”, protesta ela, em entrevista ao Tele.Síntese.

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A empresa quer comprar licenças de 3,5 GHz para  ampliar sua infra-estrutura de transmissão, oferecer banda larga a seus clientes e levar a internet para dentro do celular.  Como operadora celular pura, esse é um dos caminhos para buscar a convergência de serviços.

{mosimage}Recentemente, a empresa se reestruturou, o que incluiu a divisão geográfica de mercados. Em benefício dos países emergentes, garante o presidente da subsidiária brasileira, Rafael Steinhauser, em entrevista ao Tele.Sintese. Nesse grupo, por menos que exista eficiência de gestão, diz o executivo, a tecnologia é utilizada como ferramenta de transformação.

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Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM Brasil, acredita que uma operação móvel pura pode ter futuro, sim, e desmente a crença segundo a qual é a tarifa de rede (VU-M) que sustenta uma celular. E para ser uma operadora de sucesso, a TIM investe fortemente na imagem e na mudança de cultura, para prestar um melhor serviço ao cliente.