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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

{mosimage}O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, analisa, nesta entrevista, o que é necessário para expandir a rede de banda larga no Brasil. Diz que medidas deveriam ser adotadas pelo Estado para estimular o investimento privado. Fala ainda da concentração no mercado, da competição, de tendências mundiais.

{mosimage}Presidente das operações globais da AT&T Inc, uma empresa de US$ 120 bilhões, o brasileiro Paulino Barros explica que a fusão com a Bell South não muda o seu foco no mercado mundial: seu alvo são as empresas globais. E, para atendê-las, a empresa elegeu a plataforma IP.

{mosimage}Entusiasta do movimento de consolidação, André Mastrobuono, presidente da Telemig Celular, enquanto aguarda que os controladores selem a venda da operadora e de sua parceira – a Amazônia Celular -, vai tocando a construção da rede de terceira geração, com o objetivo de atacar a telefonia fixa.

{mosimage}Ronaldo Iabrudi, presidente da Telebrasil, conta, nesta entrevista, o que espera do 51º Painel, que será realizado pela entidade no final do mês, e explica porque o setor quer se engajar no esforço do governo para levar a internet às escolas públicas.

{mosimage}A terceira edição do Índice de Tecnologia da Informação, elaborado pelo World Economic Forum (WEF), traz boas notícias para a América Latina, onde diferentes países, entre os 122 pesquisados, subiram várias posições. Mas o Brasil mantém-se estagnado (chegou a perder uma posição), abaixo dos 50 países que melhor fazem uso das TICs.  Irene Mia, economista sênior do WEF, detalha, nesta entrevista, os principais acertos e erros do país.

{mosimage}A Sun Microsystems está ligada a telecom desde que nasceu. Mas continua sendo uma empresa provedora de infra-estrutura para comunicação em rede, garante seu diretor de telecom, Vilson Guelmann. A empresa trabalha em telecom via parcerias, e está sempre de olho no futuro, seja ele IP, ou software aberto, caminho, aliás, que está tomando também o Java.

{mosimage}A convergência é muito mais do que tecnológica. Ela precisa ser capaz de unir as empresas de telecom e as de tecnologia da informação (TI) às ISV (Industry Solution Value Partners). E a a IBM está certa de que essa união não tardará a acontecer. Conforme Emerson Pierdoná, diretor da área de telecomunicações, ao se aliar a capilaridade das telcos com as competências dos demais empresas, pode-se criar um vigoroso mercado de venda de serviços.

{mosimage}Para o diretor geral de marketing do grupo de negócios convergentes da Alcatel-Lucent, Jérôme Albert, há um grande risco de as operadoras de telecom, ao entrarem na prestação de serviços convergentes, perderem o foco no cliente. Ou trocarem o foco pela audiência, alvo das prestadores de serviços de internet que, em alguma medida, são suas competidoras.

{mosimage}A Oracle não é a única empresa de TI que passou a oferecer produtos às operadoras de telecom. Nesse mercado, escolheu o segmento de mediação das redes, concentrando esforços para transformar em produto o conceito de plataforma de entrega de serviços (SDP). Para isso, recorre a aquisições de empresas cujas especialidades dão cada vez mais consistência à solução de telecom Oracle. É o que conta ao Tele.Síntese o vice-presidente da subsidiária brasileira, Gilson Magalhães.

Foto: Samuel Iavelberg / Camera 1

{mosimage}A consolidação é fundamental para a Telemar poder disputar espaço com a Telefônica e a Telmex. Como está convencido de que esse é o caminho, Luiz Eduardo Falco, presidente da operadora, diz que o país não pode perder a oportunidade de ter uma poderosa empresa nacional de telecomunicações. E que o jogo tem que ser rápido.