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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

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Em entrevista ao Tele.Síntese, Luiz Ernesto Gemignani, presidente da Promon, fala das empresas do grupo, entre elas a Trópico, e sinaliza os próximos passos da organização, que deve fechar o ano com faturamento de R$ 600 milhões.

{mosimage}No próximo ano, o mercado brasileiro irá contar com produtos WiMAX de tecnologia CPqD. Em outra frente, afirma seu presidente, Hélio Graciosa, a fundação pretende ampliar sua internacionalização no segmento de software para telecom.

Foto: Samuel Iavelberg/Camera1

{mosimage}A trajetória do conselheiro José Leite Pereira Filho confunde-se com a da própria Anatel, autarquia que dirigiu desde o seu primeiro dia, por 10 anos, e da qual se despediu no dia 4 de novembro. Nesta entrevista, Leite, como sempre, não tem medo de explicitar suas opiniões. Ele quebra alguns tabus, como o de que as operadoras de TV a cabo brasileiras são controladas por capital nacional; ou de que a convergência tecnológica traria riscos para a concorrência. E não se furta da auto-crítica, como a de que a Anatel não consegue cumprir bem o papel de fiscalizar o direito dos usuários. 

{mosimage}A Bull vai trazer para o Brasil as suas soluções em rede inteligente, a NGN. Seu presidente, Alberto Araujo, afirma que essa tecnologia cria novos paradigmas e, se as operadoras brasileiras de telecomunicações não mudarem a sua maneira de agir, serão abandonadas pelos clientes, que vão partir para a construção de suas próprias redes. 

{mosimage}Diminuir o preço da TV por assinatura brasileira, ampliar o acesso à informação e estimular a produção de conteúdo audiovisual nacional são os principais objetivos do deputado Jorge Bittar (PT/RJ, ao elaborar o projeto de lei que cria o novo Serviço de Acesso Condicionado. 

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A Rede Nacional de Pesquisas, RNP, ao se aproximar da maioridade, desenvolve projetos que envolvem vários atores, além das instituições federais de ensino e pesquisa, como revela seu diretor geral Nelson Simões.

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O tema ainda está em avaliação, mas João Cox, presidente da Claro, diz que esse parece ser o caminho natural, já que, em sua opinião, os serviços de 3G vieram para ficar. No entanto, ele prefere não falar sobre o lançamento dos serviços 3G na faixa de 850 MHz.

{mosimage}A Caixa Econômica Federal vê na TV digital um importante veículo para a prestação de serviços sociais e bancários. Por isso, pretende estar presente na nova mídia desde a primeira transmissão, prometida para dezembro. Conforme a vice-presidente de Tecnologia, Clarice Coppetti, o ideal é que a interatividade esteja presente  já no primeiro conversor a ser fabricado. Mas, qualquer que seja a decisão do governo, o banco irá oferecer todos os serviços que puder pelos canais dessa nova TV.

{mosimage}O senador Wellington Salgado (PMDB/MG), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação  e Informática do Senado Federal entende que o país não precisa de uma lei convergente e que a preservação do conteúdo nacional deve ser assegurada pela origem do capital.

{mosimage}A Cisco criou uma área voltada exclusivamente para apoiar a inclusão digital nos mercados emergentes. No Brasil, a empresa tem participado dos projetos de cidades digitais e elaborado estudos para a disseminação da banda larga. Esss estudos, afirma seu presidene Pedro Ripper, podem servir de subsídio para a formulação de uma política pública coerente.