Notícias da categroia

Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

{mosimage}Fechado o acordo com as teles para levar o ponto de presença da banda larga a todos os municípios, a meta, agora, é democratizar o acesso à última milha, informa, nesta entrevista, Rogério Santanna, secretário de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento.

{mosimage}O presidente da Abrafix, José Fernandes Pauletti, defende a criação da bolsa-telefone, com parte dos recursos do Fust, para subsidiar as assinaturas dos telefones de escolas, postos de saúde, delegacias ou prefeituras. Em junho, encerra seu mandato à frente da Telebrasil, entidade que assumiu em dezembro para conduzir a transição à nova diretoria. 

{mosimage}A nacional ClearTech, que já responde pelo processamento mensal de cerca de 5 bilhões de CDRs (Registro de Detalhes da Chamada), tem um novo desafio: implementar a portabilidade numérica no país em praticamente seis meses. A tarefa, no entanto, abre novas perspectivas de negócios para a empresa, que está acompanhando a definição dos processos regulatórios de portabilidade nos países da América Latina. Nesta entrevista, o  presidente da empresa, Jorge Pacca (foto), e seu vice-presidente comercial, Marcos Bellotti, falam também dos planos de IPO.

{mosimage}O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, deputado Walter Pinheiro (PT-BA), entende que a aprovação do PL 29 é importante para todos os setores: sociedade, operadoras e emissoras de TV. E analisa: "os radiodifusores se beneficiarão imediatamente do projeto, pois, com ausência de regras, vencerá o mais forte, e o segmento que não tem o controle da infra-estrutura, estará fadado ao fracasso". 

{mosimage}O lançamento da Embratel em escala nacional e o prometido edital de venda de freqüências de 3,5 GHz são duas razões que levam José Geraldo de Almeida, gerente de novos negócios da Motorola, a apostar que este é o ano do WiMAX no Brasil. E a empresa já prepara novos lançamentos, inclusive para atender de maneira mais barata o mercado residencial e de PMEs.

{mosimage}A subsidiária da NEC no Brasil começa o ano com um novo formato em sua estrutura; planos de crescimento, e um perfil cada vez mais focado em TI, com desenvolvimento de tecnologias convergentes e aplicações específicas para segmentos verticais do mercado, e em serviços de integração. Nesta entrevista, Yoichi Watanabe, vice-presidente da NEC Corporation, fala dos planos da NEC para os próximos anos.

{mosimage}A Itautec registrou faturamento de R$ 1,702 bilhão em 2007 e lucro líquido de R$ 101 milhões. Na composição das receitas, o setor de informática contribuiu com a maior fatia, 35%. Para manter o crescimento nesse segmento, a empresa investiu, no ano passado, R$ 31 milhões em sua nova fábrica, que aumentou em 67% a capacidade de produção de PCs. Em entrevista, o diretor da Itautec, Jorge Almeida, conta que o próximo passo da Itautec é entrar no varejo, um setor dominado hoje pela concorrente Positivo Informática.

{mosimage}A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) consolida, em maio, um documento que irá apontar os problemas que precisam ser superados para impulsionar a indústria nacional de tecnologia da informação (TIC). Segundo Gilberto Lima, coordenador da estratégia nacional em TIC da ABDI, um dos problemas mais sérios é a carência de mão-de-obra, de 40 mil profissionais, para a qual será criado um programa específico. 

{mosimage}Com os problemas naturais decorrentes de uma fusão já superados, a subsidiária brasileira da Alcatel-Lucent acredita que 2008 será um ano muito positivo. Seu presidente, Jonio Foigel, espera uma expansão de 15% a 20% na receita, em relação a 2007 – ano que também foi positivo para a empresa. “Conseguimos fazer mais do que Alcatel e Lucent somadas”, anuncia.

{mosimage}A sueca Ericsson prevê aumentar 10% o seu faturamento no mercado brasileiro em 2008, desempenho esperado com os novos investimentos nas redes de terceira geração da telefonia móvel. Para seu presidente, Johan Wibergh, a principal contribuição dessa nova tecnologia para o Brasil será a oferta de acesso banda larga à internet em diferentes pontos do território, suprindo, assim, a ainda carente infra-estrutura nacional.