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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

Crédito: Divulgação

A companhia está conversando com a Winity, companhia da qual se espera implementação de rede neutra, e almeja participar da implantação da rede compartilhada na faixa de 700 MHz. Projeta, ainda, uso comercial do Open RAN no país a partir de 2023.

Wilson Cardoso, CTO para a América Latina da Nokia, disse ao Tele.Síntese que vê com bons olhos a chegada de entrantes ao mercado móvel. A maioria dos novos compradores de espectro no leilão 5G já era cliente da empresa na rede fixa, lembra, e por isso empresa buscará firmar contratos para fornecimento de rede celular.

Foto: Saulo Cruz / Themapress

Carlos Roseiro, diretor de Soluções Integradas da Huawei, analisa que algumas aplicações bastante citadas na 5G, como a cirurgia remota, não conseguirão ser efetivadas pelas empresas de telecom, cujos negócios se baseiam em escala.

Para o executivo, fibra óptica e tecnologia móvel 5G serão indissociáveis em cinco anos. E, em sua avaliação, os ISPs que têm apenas a banda larga fixa “enfrentarão maiores desafios para permanecerem no mercado”.

Ericsson. Crédito: Divulgação

Em conversa com o Tele. Síntese, vice-presidente da Ericsson afirma que faixa precisará ser complementada para ampliar os casos de uso. E que o plano da fabricante é atender o mercado das redes privativas em parceria com as grandes operadoras.

Luca Belli, da FGV-Rio, acaba de organizar uma obra de análise das políticas digitais do bloco e comenta que, após medidas mais assertivas do governo brasileiro na cibersegurança, o Brasil perdeu relevância mundial na regulação da internet

Agnaldo Bastos Lopes, CEO da Nova, antecipa os planos do grupo paranaense, fala do leilão 5G, da competição local, avisa que prepara emissão de debêntures para seguir comprando e ressalta que está no negócio de tecnologia: “não somos empresa de conexão”.

Renato Gasparetto, VP de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vivo - Crédito: Divulgação

A Vivo passou a envolver sua cadeia de fornecedores no esforço de redução do gás estufa, dando continuidade a suas metas de ESG. E acaba de implementar esses valores no órgão máximo da empresa. Renato Gasparetto, VP de Sustentabilidade da operadora assegura: “A nossa estratégia é sólida e de longo prazo”.

Em entrevista ao Tele.Síntese, Ignácio Ibañez avalia que faz mais sentido incentivar todas as redes do país a adotarem padrões elevados de segurança, do que estabelecer uma rede segregada mais segura para uso governamental

Frederico Moesch, coordenador-geral de estudos e monitoramento de Mercado do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/Senacon) diz que o aplicativo não irá gerar multas, mas monitorar o mercado e que não deverá competir com Anatel, agência que regula o setor.