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O que vem por aí, por onde devem caminhar a política, tecnologia e regulamentação do setor de telecomunicações e tecnologia.

De acordo com o futuro ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, a banda larga estará entre as prioridades na infraestrutura.

Em um grande número de cidades, não é preciso fazer o desligamento dos canais de TV analógica, apenas o remanejamento dos radiodifusores que estão na faixa de 700 para frequências mais baixas, o que antecipa o ingresso da banda larga 4G nesses municípios. ”É do interesse de todos que esta antecipação possa acontecer, para liberar o espectro, para que esta infraestrutura possa ser instalada”, afirma Rodrigo Zerbone

O levantamento global da consultoria inglesa Ovum mostra ainda que outros 25% podem seguir o mesmo caminho nos próximos 12 meses

A proposta é mexer no bill and keep criado há dois anos, como mais uma iniciativa para quebrar os “clubes exclusivos” das grandes operadoras.

As quatro operadoras de celular que arremataram os lotes de frequência de 700 MHz no leilão da Anatel realizado no mês passado (setembro) deverão pagar à vista por suas frequências, embora o edital permita a possibilidade de se pagar neste primeiro momento apenas 10% do valor oferecido e o restante em até cinco anos. O governo vai receber em novembro, quando a Anatel assinar o contrato com Algar Telecom, Claro, Tim e Vivo, um cheque de pelo menos R$ 5,851 bilhões. Mas o pagamento extra pela reocupação das frequências ainda não é certo, e, neste caso, as operadoras fazem contas para se certificarem se vai mesmo valer a pena desembolsar outros R$ 422 milhões.

Os estudos realizados pelos técnicos do ministério apontam para a necessidade de se aumentar a velocidade da banda larga. E, para isto, a aposta é levar backhual de fibra óptica para 90% dos municípios, além de fibrar todas as cidades com mais de 100 mil habitantes em quatro anos.

Todos os agentes, do governo às concessionárias, entendem que o ciclo do Serviço Telefônico Fixo Comutado (o STFC) está se exaurindo. Se há consenso de que é preciso rever o objeto da concessão, substituindo a telefonia fixa pela banda larga,há muitas dúvidas de como fazê-lo. Independente de quem ganhe as eleições, esta questão vai ter de ser enfrentada pelo novo governo.

A proposta de regulação está sendo discutida por duas superintendências da agência. O novo edital estabelece que os R$ 3,6 bi a serem administrados pela EAD também terão que seguir as regras de preferência á produção local e tecnologia nacional. Ou seja o switch off da TV analógica também fará parte da política industrial do MiniCom.

Agora, a bola está de novo com as empresas, que precisam mandar para a Anatel as informações sobre os chips que serão usados no mercado brasileiro com a função de comunicação Machine-To-Machine (M2M).Segundo o superintendente da Anatel, Marconi Maya, já foi desenvolvido o sistema que faltava para permitir a desoneração do Fistel. A sua expectativa é que no início de setembro a medida esteja em pleno funcionamento.

O modelo de assinatura de apps é igual ao do Netflix. O acervo é gerenciado pela Bemobi e comercializado pelas teles. O preço é popular.