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O que vem por aí, por onde devem caminhar a política, tecnologia e regulamentação do setor de telecomunicações e tecnologia.

Talvez de forma até mais mais radical que as OTT, a IoT vai ter um impacto profundo na indústria das telecomunicações, de acordo com os estudos do CPqD, pois de 55% a 85% do valor do negócio vai estar no serviço.

O TCU determinou que a Anatel avalie a adequação dos parâmetros mínimos de cobertura do serviço de telefonia móvel. O problema é que esses parâmetros são definidos em licitação de venda de espectro, já precificada.

Entra governo, sai governo e a inesgotável fonte de recursos gerada pelos usuários de telecomunicações que é abocanhada para fechar o caixa do Tesouro Nacional suplanta qualquer tênue vontade de mudança desse cenário. Afinal, são bilhões de  reais que entram e continuarão entrar para fechar as contas dos caixas da União e dos Estados todos …

Tim e Grupo Algar lançaram programas este ano. A veterana Telefônica fez novas parcerias. As teles aderem ao movimento das grandes empresas que atuam no Brasil, estrangeiras ou nacionais, de buscar a inovação de seus produtos e serviços com o incentivo, direto ou indireto, ao desenvolvimento de startups. Nesse empreitada contam a parceria de fornecedores, caso da Ericsson e da Accenture.

a Anatel deixa de encarar o Brasil como um único mercado, o que significa que fará intervenções regulatórias diferenciadas para o mesmo serviço, a depender da situação da competição do município. Vai ainda propor dois novos segmentos que merecem ser regulados e liberar outros dois serviços que estão hoje sob a sua batuta.

Conforme a Oi, que tem até um projeto aprovado com os subsídios do REPNBL para construir a rede LTE 450 MHz em Goiás e em Brasília, a alternativa de se ocupar essa frequência baixa para levar a banda larga para os rincões do país ainda não se comprovou comercialmente viável. A empresa defende que a oferta via satélite não é tão mais cara, traz redução de custos de instalação e pode entregar novos serviços.

A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje, 14, com alguns vetos, o Plano Plurianual 2016-2019 (PPA), documento que traz os programas prioritários do Poder Executivo para os próximos quatro anos. No segmento de telecomunicações, o PPA propõe apenas “aumentar a velocidade média da banda larga fixa”, sem apontar para qualquer outro indicador, seja para o número de residências a serem atendidas, seja para a velocidade média a ser alcançada. Não citando, em nenhum momento, os indicadores do Plano de Banda Larga para Todos. Mas, por outro lado, define metas para a banda larga móvel.

A pesquisa do IBOPE apontou que 62% das casas de Rio Verde estão aptas a receber a TV digital. Mas que 83% não ficariam sem o sinal se a TV analógica fosse desligada. O sinal não deve ser desligado no dia 29, como previsto. O mais importante, contudo, é agir sobre os 38% que não têm TV digital terrestre. Desse contingente a quase totalidade pertence às classes C,DE, tem uma TV de tubo e não tem dinheiro para comprar o conversor.

No Congresso e nas assembleias legislativas ampliam-se as iniciativas para controlar a comunicação na internet e no celular. É hora de dar um basta ao conservadorismo policialesco, que investe contra a privacidade do cidadão a pretexto de criar mecanismos para combater possíveis crimes.

O princípio da regulação neste quesito é que o acesso à internet é um direito não fragmentado, ou seja, a internet é um bem único. Mas não impede, por exemplo, que haja acesso gratuito sob a forma patrocinada, como por exemplo, o pagamento do governo a um site seu ou de um banco comercial, como o Bradesco, ao seu site. Isto também é zero rating.