Câmbio puxa Brasil para 4º lugar em serviço de offshore


A desvalorização do real já coloca o Brasil em melhor condição de disputa no mercado de offshore, quando passa a ocupar este ano a quarta colocação entre 55 países na pesquisa da consultoria A.T Kearney. Conforme o “2016 Global Services Location Index” a pesquisa analisa as condições dos mercados de terceirização de mão de obra conforme três métricas: atratividade financeira, habilidades e disponibilidade das pessoas e ambiente de negócios.

Embora os três primeiros colocados – China, Índia e Malásia – mantenham-se no topo desde o início da pesquisa, em 2014, a consultoria já identifica uma nova tendência, com um novo modelo de negócios associado com a uma automação que  ameaça os conceitos estabelecidos de offshoring enquanto amplia o mercado. Esse novo modelo está surgindo  na forma de Business Process as a Service (BPaaS).

Na classificação do GSLI 2016, a Ásia continua dominando, com seis dos seus países entre os 10 principais e oito entre os 20 principais. A América Latina e o Leste Europeu colocaram cinco países entre os “top 20” no GSLI 2016, com a primeira apresentando um pico nas habilidades e disponibilidade das pessoas e a segunda no ambiente de negócios. Ajudado pela desvalorização da moeda, o Brasil subiu quatro posições, no lugar do México, que caiu quatro. (assessoria de imprensa).

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