Câmara adia escolha de comando das comissões permanentes


Os líderes partidários decidiram hoje esperar o fim da “janela partidária” para definir o comando das 23 comissões permanentes da Câmara dos Deputados. No dia 18 de fevereiro, o Congresso Nacional  promulgou a emenda constitucional 91, que abriu prazo de 30 dias para que políticos troquem de partido sem perder o mandato – a chamada janela partidária.

Durante a reunião do Colegiado nesta quarta-feira (2) pela manhã, os líderes do DEM, deputado Pauderney Avelino (AM), e do PPS, Rubens Bueno (PR), lembraram que “pode haver alteração no tamanho das bancadas, no entanto, o que vai definir a distribuição das comissões são os blocos partidários registrados no inicio da legislatura”.

A ordem de escolha das comissões é baseada na proporcionalidade do tamanho dos blocos partidários formados no dia da posse (1º de fevereiro de 2015) pelos partidos que têm representação na Casa. Os maiores blocos têm direito a presidir mais comissões.

De acordo com este critério, os maiores blocos têm direito às primeiras escolhas. A primeira comissão a ser escolhida normalmente é a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a mais importante da Câmara, pois tem a prerrogativa de analisar a constitucionalidade e a admissibilidade de todas as propostas, independentemente de seu tema.

Os líderes partidários marcaram nova reunião para o dia 21 de março, às 15 horas, para fazer a divisão das comissões.

Senado

No Senado, a comissão de Ciência, Tecnologia  aprovou o nome do senador Lasier Martins (PDT-RS) para a presidência, visto que o senador Cristóvan Buarque deixou o PDT para se filiar ao PPS. ( com agências Câmara e Senado)

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