BTG+ utiliza a nuvem da AWS


O BTG Pactual está utilizando a nuvem da Amazon Web Series (AWS) em seu banco digital 100% em nuvem, o BTG+. Lançado em janeiro, o BTG+ conta com mais de 30 serviços da companhia para viabilizar sua estratégia de banco contextual. Isso significa que a instituição oferecerá serviços que buscam adiantar as necessidades de seus clientes com base em inteligência de dados.

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Para preservar a integridade dessas informações, o BTG+ utiliza armazenamento de dados transacionais em uma variedade de bancos de dados, todos eles gerenciados (RDS). Isso inclui o banco de dados Aurora e Amazon Redis. Outro dos 30 serviços da AWS utilizado pelo BTG+ é o Amazon SageMaker, que entrega insights dos dados coletados. Por sua vez, o Amazon CloudFormation atua na gestão do banco.

A instituição financeira escolheu a AWS como sua provedora em todos os países que opera. O novo braço do grupo visa atingir ao mercado de varejo. Além das tecnologias de machine learning e analytics da AWS, o BTG Pactual dispôs do apoio da companhia  no desenvolvimento de uma área robusta de análise de dados.

O BTG Pactual afirmou, em nota, que a meta é alcançar 4,5 milhões de correntistas nos próximos três anos.

Próximos passos

Agora, o BTG Pactual se dedica a  levar  um projeto de migração all-in para a nuvem da AWS, com conclusão prevista para 2021. Juntamente com a AWS, o banco também está desenvolvendo uma estratégia de open banking que deve entrar em operação nos próximos meses.

Em 2016, o BTG Pactual iniciou sua jornada digital, com a criação do BTG Digital. Houve também a migração de diversas cargas de trabalho para a nuvem ao longo dos anos e o início do uso de analytics para suportar as operações. Já o projeto piloto para o BTG+ começou em 2020.  Em setembro, a adesão foi aberta aos clientes do banco de investimentos e, menos de um ano depois, o BTG+ ampliou seu acesso para todas as pessoas físicas no Brasil. (Com assessoria de imprensa)

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