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MWC

Brasileira Pulsus quer expandir presença internacional

A start up brasileira Pulsus, que desenvolve soluções para o gerenciamento de dispositivos móveis, participa pela segunda vez do MWC para ampliar sua atuação no exterior, presente atualmente em 12 países.
CEO da Pulse, Vinicius Boemeke. Crédito: Divulgação Tele.Síntese
Boemeke, CEO da Pulse, participa pela segunda vez do MWC. Crédito: Divulgação Tele.Síntese

A empresa brasileira Pulsus, startup gaúcha especializada em gerenciamento de dispositivos móveis (MDM),  lança três módulos adicionais de soluções com novas funcionalidades, durante a Mobile World Congress (MWC).  Entre essas novas funcionalidades, está presente um módulo de assinatura para estimular os clientes a assinarem remotamente termos de uso, por exemplo.

Segundo o CEO da startup, Vinícius Boemeke, as empresas têm dificuldade em fazer com que o usuário assine documentos remotamente. Por meio do gerenciador, o dispositivo ficará funcional apenas depois da assinatura. “Vai depender da decisão da empresa. Se for um termo crítico, a exemplo da assinatura de um termo de responsabilidade sobre a Lei de Acesso à Informação (LGPD), essa empresa pode dizer que só vai estar funcional pós aceite do termo. Se for um termo não tão crítico, a empresa pode habilitar o “assinar mais tarde” por um limite de vezes definido na plataforma” explicou Boemeke.

Os outros dois módulos que serão lançados estão com as informações escondidas “a sete chaves, inclusive os nomes comerciais”, revelou o CEO da Pulsus.

Campo vasto

A startup, que desenvolveu uma solução inteligente para o gerenciamento de celulares e tablets corporativos durante 24 horas, pretende expandir suas soluções internacionalmente. “A Pulsus vem crescendo exponencialmente nos últimos seis anos no mercado brasileiro e a ideia é expandir internacionalmente. Hoje, temos clientes em 11 ou 12 países da América Latina, Europa e África”, revela Boemeke, para reforçar a presença da empresa ao evento pela segunda vez.

Vinícius Boemeke também falou sobre futuras atuações da startup; “A ideia é não ser mais gestor de dispositivos móveis, mas sim virar uma plataforma. A expectativa é que o primeiro passo seja dado até o final do ano”. A intenção, segundo ele, também é .desenvolver parcerias.

“No mundo corporativo, os dispositivos móveis se tornaram uma das principais ferramentas de trabalho para as equipes externas, impactando diretamente na produtividade dos funcionários”, disse o CEO da Pulsus. A mobilidade corporativa trouxe a possibilidade de aumentar o rendimento dessas equipes, melhorar a agilidade e o cumprimento de metas, facilitar a execução de tarefas e gerar economia para as empresas. Com isso, a procura por soluções completas de gerenciamento móveis dentro das organizações, visando performance e eficiência na gestão é cada vez maior.

Atualmente, a Pulsus conta com aproximadamente 1 mil clientes e gerencia quase 1 milhão de dispositivos.

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