Brasil vai consumir 9 milhões de KM de cabo óptico em 2018, prevê MiniCom


O secretário de telecomunicações Maximiliano Martinhão  afirmou que o  país tem uma demanda atual de cerca de 5 milhões de quilômetros de cabos ópticos no ano, e projetou que o mercado tende a crescer e alcançar os 9  milhões de quilômetros por ano em 2018. Ele participou da inaugração da fábrica de cabos ópticos, no Paraná, da brasileira Conduspar com  a indiana Sterlite

Martinhão disse também que a entrada de mais um competidor no mercado nacional deve contribuir para diminuição dos custos dos projetos de telecomunicações incentivados pelo governo, como Banda Larga para Todos e iniciativas inscritas no REPNBL.

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Ele defendeu, ainda, o PNBL, programa criado em 2010 para incentivar a oferta de banda larga fixa a preços baixos em todos os municípios. A meta era alcançar 35 milhões de domicílios, mas chegou apenas a 23,5 milhões em 2014.

“Quando o plano foi elaborado se pensava na banda larga fixa. Hoje, a população quer internet no tablet, celular. Mesmo assim, um dos princípios era levar bandar larga onde não havia, especialmente Norte e Nordeste. Conseguimos, lá foi onde mais cresceu”, disse.

O secretário explicou que o Minicom reavalia o PNBL e sua co-existência com o Banda Larga para Todos. “Em 2010, tínhamos 30 milhões de acessos à internet. Fechamos 2014 com mais de 150 milhões, incluindo conexões móveis. Depois de massificar, é hora de é universalizar, levar à maior quantidade da população possível, e qualificar o acesso. Qualificar é chegar em 2018 com velocidade média de 25 mbps”, falou.

(*O repórter viajou a convite da Conduspar)

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