Dados da Anatel demonstram redução do mercado de STFC como um todo, mas autorizadas tiveram mais sucesso em atrair usuários.

Companhia aponta procura acelerada por 4G, com base crescendo mais de cinco vezes em relação a um ano antes. A receita aumentou acima do guidance. O capex também foi 21,5% maior que no mesmo período do ano anterior.

Companhia realiza no próximo dia 28 de maio a assembleia geral de acionistas, na qual será ratificada a aquisição da GVT e a reestruturação do corpo diretivo, com eleição de Amos Genish para o cargo de diretor presidente.

Companhia teve ganhos de R$ 580 milhões. Custos com encargos financeiros pesaram, após crescerem 33,9% ano a ano. Em compensação, receita operacional líquida aumentou, impulsionada por serviço móvel, uso de dados e SVA, banda larga fixa e TV por assinatura.

Companhia vai distribuir R$ 785 milhões em dividendos e juros sobre capital aos detentores de papeis ordinários ou preferenciais.

Estimativa aparece no balanço financeiro da Vivendi. GVT registrou receitas de 458 milhões de euros e lucros de 84 milhões de euros entre janeiro e março deste ano.

Ministro reitera implantação do cabo, que depende de parceria entre a Telebras e a espanhola IslaLink.

Dados da Anatel apontam para 24,43 milhões de usuários, 1,63 milhão a mais que o resultado de março de 2014. Grupo Claro, GVT e TIM ganharam acessos, enquanto Oi e Telefônica perderam.

Novo estudo de viabilidade da Anatel define valor de R$ 27 milhões por posição orbital, 20% mais que na proposta anterior.

Ao menos dois executivos, José Mettrau e Ricardo Malavazi, representarão a Oi.