
Entidades reagem à reoneração da folha
Abes, Abinee, Assespro, Brasscom, Fenainfo e Sindpd afirmam que decisão de Henrique Meirelles deve gerar demissões e deveria ser impensável diante do atual quadro de desemprego no país

Abes, Abinee, Assespro, Brasscom, Fenainfo e Sindpd afirmam que decisão de Henrique Meirelles deve gerar demissões e deveria ser impensável diante do atual quadro de desemprego no país

Companhia convoca para 28 de abril assembleia geral de acionistas, na qual propõe votar manutenção do atual conselho de administração até 2018.

SES-10 será lançado de base em Cabo Canaveral, nos Estados Unidos. Foguete Falcon 9, da SpaceX, vai liberar o satélite e retornar para pouso em terra ou numa plataforma no mar.

Para a Secretaria de Assuntos Econômicos do ministério, a consulta pública do PGMC ignora o PLC 79, que modifica o marco legal de telecomunicações no país. E tece duras críticas ao projeto, porque, no entender da Fazenda, com a possível migração das concessionárias para o regime privado, a Anatel ficará sem qualquer poder para intervir nos mercados mais vulneráveis, justamente aqueles onde não há competição.

Prefeitura desistiu de editar decreto. Em vez disso, vai mandar à Câmara dos Vereadores texto substitutivo de projeto de lei já em trâmite. Proposta deve alinhar lei da cidade à federal e facilitar a instalação de equipamentos em prédios públicos. A gestão Dória estuda, ainda, leiloar o licenciamento relâmpago nos edifícios, abrindo nova frente de receitas para o município.

Números de fevereiro indicam continuidade da retração do setor em um ano, período no qual foram desligados 382,8 mil acessos (-2,02%).

Operadora sugere criação de políticas para incentivar a demanda, capazes de reduzir o preço de aparelhos e serviços, e que seja retirado artigo prevendo incentivos a prestadoras de pequeno porte.

Operadora questiona método usado pela agência para aferir a competição nos municípios e pede que os quatro maiores grupos do país sejam considerados PMS em roaming nacional, em todas as cidades.

Três grupos de bondholders, donos US$ 6 bilhões em títulos de dívida da concessionária, defendem que mudanças propostas são "inaceitáveis" e que os administradores da empresa "continuam a ignorar os melhores interesses do Grupo Oi".

Para a Febratel, que reúne as operadoras, lei pode gerar mais empregos. Para a Fenatel, que representa os empregados, vai resultar em queda na qualidade dos serviços prestados.

Operadora aposta no pós-pago e em dados, que já somam mais de 56% da receita com serviços, para ampliar as receitas móveis

CEO da operadora diz que plano aprovado ontem pelo conselho de administração é melhor do que proposta dos bondholders que se associaram a Naguib Sawiris. Esses credores, únicos a formalizarem proposta, elevaram o tom na cobrança de uma posição da operadora nesta semana.

Aos bancos, vai propor pagamento da dívida em até 16 anos, com carência de seis anos. Compromete-se, também, a destinar o valor da venda da Africatel à quitação de títulos de credores, e limitar a distribuição de dividendos até que a dívida líquida seja menor que 2,5 vezes o EBITDA.

A operadora diz que o resultado foi impactado por uma baixa contábil de créditos tributários da ordem de R$ 2,8 bilhões. No ano, a empresa gerou caixa, e terminou dezembro com R$ 7,8 bilhões em reservas.

Operadora evita comentar, no entanto, petição de grupo de credores reunidos pela Moelis para realização de audiência com mediação da Justiça

Grupo Ad Hoc de bondholders afirma que a falta de resposta gera desconfiança entre investidores internacionais: "Se os credores forem tratados injustamente ou a Companhia acabe em liquidação porque seus controladores, com o apoio dos membros do conselho de administração, procuram promover seus interesses em detrimento do interesse de todas as outras partes interessadas, o custo para o Brasil pode ser enorme".

Operadora tem até junho para finalizar o saque, se desejar. Empresa propõe pagamento de R$ 0,061425357 em dividendos referentes ao resultado de 2016, a ser votado na próxima AGO, em 19 de abril.

Companhia colhe resultado de reestruturação em 2016, que determinou foco no mercado de smartphones e expansão internacional. Para este ano, projeta crescimento da Quantum, sua marca de celulares mais sofisticados, entrada no segmento de eletrônicos para a área de saúde e de terminais de pagamento.

Operadora perdeu 12% da receita com clientes, que ficou em R$ 1,87 bilhão, em relação a dezembro de 2016.

Operadora registrou aumento de custos. Mas aposta que satélite e cabo submarino poderão trazer novas receitas no futuro próximo.