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A Anatel quer corrigir o desperdício de espectro que existe atualmente, com uma canalização que não atende mais às novas tecnologias.

O conselho diretor da Anatel aprovou por 3 votos a 2 a renovação das frequências de 850 MHz, bandas A e B, pelo cálculo do Valor Presente Líquido ou pelo valor econômico real dessas frequências. As operadoras pediram ontem, 28, à agência para que o valor dessa prorrogação fosse menor, mas a reivindicação não foi acatada.

Segundo Martha Seiller, o governo que ampliar a privatização nos demais setores da economia, porque o governo não consegue aumentar gasto público sem aumentar carga tributária.

Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, caberá ao Congresso Nacional definir a modelagem de venda dos Correios. Para subsidiar a decisão o BNDES irá apresentar o plano contratado de uma consultoria. E disse que a EBC, por ser deficitária, não será privatizada, mas haverá PDI.

Para a entidade que representa as operadoras de satélite somente com a proteção dentro da frequência de 3,5 GHz é que esses serviços estarão protegidos de interferência. Já para a Abrint, essa proteção iria “desperdiçar” espectro de forma conservadora.

A operadora alega que as especificações técnicas propostas pela Anatel vão encarecer os equipamentos e, no final, o preço para os usuários. Abinee, Ericsson e Nokia também pedem a manutenção dos padrões internacionais

Para as emissoras comerciais de TV, os atuais canais de TVROs (TV aberta por parabólica) que ocupam hoje a banda C do satélite devem todos migrar para a banda Ku, pois alegam que em pouco tempo “não haverá mais espaço para a TVRO na Banda C” e argumentam que a instalação de filtros na atuais antenas parabólicas para impedir a interferência da 5G seria “desperdício de recursos públicos”.

Foto: Projetado pelo Freepik

Na avaliação de Paulo Bernardocki, diretor de Soluções e Tecnologia para a Ericsson Latam South, a conexão é o primeiro passo para a transformação digital da agropecuária brasileira, seguida pela automação dos métodos de trabalho e novo do modelo de negócios que virá com a 5G.

A operadora acaba de lançar dois produtos para serem usados pelo agricultor nas redes 4G: um para o monitoramento do clima e outro para ser usado em tratores.

A geração com menos de 23 anos, nativa digital, já começa a influenciar na implementação de novas tecnologias no agrobusiness, disse Fábio Salvaia, da Coplacana, no AGROTic 2020.