Ainda sem os ajustes previstos após acordo, o projeto do Marco Civil da Internet começou a ser discutido no plenário da Câmara, no final da tarde desta quarta-feira (19). O relator do projeto, deputado Alessando Molon (PT/RJ) afirmou ainda que o acordo firmado com as operadoras de telecomunicações não sofrerá mudanças.

Anatel e CGI devem ser consultados antes de decreto que definirá exceções para permitir gestão do tráfego da rede.

O Serpro está se preparando para um forte aumento de tráfego em sua rede, que atende exclusivamente ao Governo Federal. E este aumento de consumo será provocado porque a empresa pretende expandir o conceito das redes sociais para os aplicativos do dia a dia, informa seu presidente, Marcos Mazoni. Por exemplo, o novo sistema de gestão de recursos humanos da União passará a ser de comunidades. “Os procuradores da União, os médicos, e essas pessoas vão se comunicar entre si”. A sua intenção é já no segundo semestre ter uma rede de 100 Gbps.

Ministros abrem mão do armazenamento de dados de brasileiros em datacenters no país, mas afirmam que a neutralidade é inegociável.

Resultados são melhores do que os alcançados em dezembro do ano passado, que ficaram em 6,6% e 5,9%, respectivamente. A maior alta se deu no segmento de audiovisual, edição e agências de notícias, com 10%, de acordo com o IBGE.

Objetivo da Anatel e operadoras é, no futuro, impedir que os aparelhos não homologados funcionem. Mas medida já recebe críticas. A agência não sabe ainda quanto tempo ficará o sistema em funcionamento antes de serem adotadas medidas mais duras, como o bloqueio dos aparelhos que estiverem funcionando irregularmente na rede de celular brasileira.

Uma das preocupações dos integrantes é com a falta de garantias de espaço para todas as emissoras públicas

Publicação do edital depende ainda da aprovação formal pelo Tribunal de Contas da União dos valores pedidos. Mas o presidente da Anatel, João Rezende, antecipou que o preço mínimo total ficaria em torno de R$ 70 milhões.

Já há quem defenda a mudança na lei ou até liberdade tarifária para assegurar o equilíbrio econômico – financeiro do serviço prestado em regime público