2G ainda representará 20% das conexões móveis da América Latina em 2020


A América Latina ampliou rapidamente o número de usuários móveis, mas ainda precisa dar um salto se quiser se aproximar da qualidade e velocidade da banda larga móvel de outros continentes. Estudo realizado pela GSMA, associação mundial de operadores de telefonia móvel, aponta que a região ainda terá 20% de usuários 2G em 2020, que o 3G será a maioria das conexões e que o 4G estará no início da curva para superar a terceira geração. Na mesma época, Europa, Estados Unidos e Ásia devem estar coma a migração do 4G para o 5G à todo vapor.

“Está muito longe de o 4G superar o 3G na região. Falando de Brasil, o 4G está focado geograficamente em pontos de alto tráfego. O grosso dos clientes ainda estão em 2,5G. Quando a gente tiver o 700 MHz disponível, aí sim as redes 4G vão ter cobertura equivalente ao 3G. Neste ponto é que a demanda por 4G vai crescer”, prevê Amadeu Castro, diretor da GSMA para o Brasil.

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Da acordo com o relatório “The Mobile Economy: Latin America 2014”, divulgado hoje (25), a rede 2G responde por 60% dos 718 milhões de conexões móveis na América Latina – . A 3G é responsável por 39% das conexões, índice superior à média global (32%). A rede 4G atualmente representa apenas 1% das conexões.havia 718 milhões de conexões móveis na América Latina no final de setembro de 2014. A previsão é que sejam 956 milhões de conexões até 2020.

O crescimento de 77% ao ano entre 2010 e 2013 na base de usuários não deve se repetir nos próximos anos. Os usuários únicos, que hoje somam 326 milhões, representam cerca de 52% da população. “Na região, não deve superar os 60% nos próximos anos em função do baixo poder aquisitivo”, prevê Castro. O número deverá ficar bem abaixo do teto de 70-80% visto nos mercados maduros. Mesmo assim, a América Latina terá, então, a segunda maior base instalada de smartphones do mundo, atrás apenas da região Ásia Pacífico.

O jeito será qualificar o usuário. “O crescimento agora deve ser rumo à qualidade de terminal dos usuários, mais do que números de usuáios únicos”, analisa. Mais gente usando smartphone e 3G deve multiplicar o consumo de dados.

Os serviços máquina-a-máquina (M2M) devem ganhar espaço. Havia 16 milhões de conexões celulares M2M na América Latina no final de setembro de 2014, número que deverá crescer 25% ao ano (CAGR) até 2020, quando chegará a 66 milhões.

O relatório também concluiu que o número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso nos cinco maiores mercados latinoamericanos, inclusive no Brasil, onde há cerca de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que conexões de banda larga fixa.

Segundo o relatório, o Brasil é o maior mercado na América Latina, respondendo por um terço (114 milhões) do total da base de assinantes únicos da região. Os cinco maiores mercados na América Latina, em ordem de tamanho, são Brasil, México, Argentina, Colômbia e Venezuela, que, juntos, são responsáveis por 70% (230 milhões) do total regional. As taxas de penetração de assinantes nos principais mercados na América Latina variam de um mínimo de 37% no México para um máximo de 77% na Costa Rica.

Os serviços máquina-a-máquina (M2M) devem ganhar espaço. Havia 16 milhões de conexões celulares M2M na América Latina no final de setembro de 2014, número que deverá crescer 25% ao ano (CAGR) até 2020, quando chegará a 66 milhões.

O relatório também concluiu que o número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso nos cinco maiores mercados latinoamericanos, inclusive no Brasil, onde há cerca de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que conexões de banda larga fixa.

O Brasil é o maior mercado na América Latina, respondendo por um terço (114 milhões) do total da base de assinantes únicos da região. Os cinco maiores mercados na América Latina, em ordem de tamanho, são Brasil, México, Argentina, Colômbia e Venezuela, que, juntos, são responsáveis por 70% (230 milhões) do total regional. As taxas de penetração de assinantes nos principais mercados na América Latina variam de um mínimo de 37% no México para um máximo de 77% na Costa Rica.

Os serviços máquina-a-máquina (M2M) devem ganhar espaço. Havia 16 milhões de conexões celulares M2M na América Latina no final de setembro de 2014, número que deverá crescer 25% ao ano (CAGR) até 2020, quando chegará a 66 milhões.

O relatório também concluiu que o número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso nos cinco maiores mercados latinoamericanos, inclusive no Brasil, onde há cerca de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que conexões de banda larga fixa.

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