WiMAX x 3G? Para Alcatel-Lucent,tecnologias são complementares.


3GSM World Congress  Para dirigentes da empresa, como Sandip Mukerje, vice-presidente de estratégia do grupo de negócios wireless, e Jérôme Albert, diretor geral de marketing do grupo de negócios convergentes, não se pode falar em uma disputa entre as tecnologias WiMAX e 3G pela liderança na banda larga wireless. "São tecnologias complementares", diz Mukerje. "Cada …

3GSM World Congress

 Para dirigentes da empresa, como Sandip Mukerje, vice-presidente de estratégia do grupo de negócios wireless, e Jérôme Albert, diretor geral de marketing do grupo de negócios convergentes, não se pode falar em uma disputa entre as tecnologias WiMAX e 3G pela liderança na banda larga wireless. "São tecnologias complementares", diz Mukerje. "Cada solução é mais adequada dependendo da operadora, da faixa de freqüência, da geografia e da demanda", completa Albert. Ele destaca, no entanto, que o WiMAX, pelas suas características, é muito adequado a aplicações sociais, como as de governo eletrônica, educação, saúde, etc.

Victor J. Agnellini, presidente da Alcatel-Lucent para o Caribe e América Latina, bate na mesma tecla. Mas vai além. "A solução que será dominante vai depender muito do preço dos terminais". Se hoje as soluções de 3G já contam com terminais, na faixa low end, na casa dos US$ 120, o aparelho desenvolvido pela LG, que venceu o concurso realizado pela GSM Association dentro do projeto 3G for All, deverá ficar em torno de US$ 80–, ainda não há terminais para o WiMAX móvel. O projeto da República Dominicana vai ser iniciado com gateways a serem instalados nas dependências do cliente,fornecidos pela taiwanesa ZyXEL. Também é dela a placa PCMCIA. "Terminais de usuário, a preços viáveis, só dentro de um ano, um ano e meio", prevê Agnellini.

* A jornalista viaja a convite da Alcatel-Lucent.

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