Vodafone não quer pagar à PT por serviço universal


A agência reguladora portuguesa definiu os valores da universalização do serviço, de 66,8 milhões de euros, que devem ser repassados por todas as operadoras presentes no mercado  à Portugal Telecom pelos anos de 2007 a 2009.

A Vodafone, no entanto, que deveria pagar 13,6 milhões de euros, não pretende depositar a sua parte ao fundo de compensação – que depois remunera o prestador do serviço universal -. A operadora de celular alega que a escolha da PT para prestar o serviço universal não foi legal (a comunidade europeia acabou obrigando a Anacom a abrir uma outra licitação, que deu ganho de causa para outra operadora na telefonia fixa e para a PT, no orelhão). Para a Vodafone, uma operadora mais eficiente poderia ter prestado o serviço universal e a conta poderia ficar mais barata. A PT também terá que contribuir para o fundo, no valor de mais de 30 milhões de euros. (agências portuguesas). 

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