Vivo paga mais de R$ 650 milhões por sobras de frequências


O presidente da Vivo, Roberto Lima, que acompanha em Brasília o leilão de frequências do celular da Anatel, comemorou a aquisição de uma faixa de frequência de 1,8 GHz sobre o estado de São Paulo. “Eramos a única empresa que não tinha esta faixa em São Paulo. Vamos construir também a nossa rede nessa banda e a competição ficará ainda mais acirrada”, afirmou.

A Vivo, embora estivesse sozinha neste lote, apresentou ágio de 100% sobre o preço mínimo, e levou a banda paulista por R$ 237,813 milhões. Até as 19 horas, a Anatel já havia aberto 101 lotes dos 165 lotes de venda de frequências do celular, conhecida como sobras de frequências. A Vivo era a operadora que mais comprava licença e já tinha levado 14 lotes, nas faixas de 900 MHz e 1,8 GHz no valor total de R$ 666.875.720,92.

Alguns lotes não tiveram propostas porque as empresas têm limite de 80 MHz de frequência, e muitas já atingiram este total. Outros lotes estão suspensos porque a Anatel não aceitou abrir as propostas de preço justamente porque as empresas teriam extrapolado os limites específicos de cada faixa. A Claro é a operadora que mais teve as propostas rejeitadas. A empresa avisou que vai recorrer.

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