Vivo mantém interesse no leilão das sobras


A compra do controle da Telemig Celular , por R$ 1,213 bilhão (R$ 1,093 pela Telemig e R$ 120 milhões pela Amazônia Celular), não tira da Vivo o interesse em participar do chamado leilão das sobras de freqüência, que será realizado pela Anatel. Segundo Roberto Lima, presidente da empresa, ela se mantém interessada em comprar …

A compra do controle da Telemig Celular , por R$ 1,213 bilhão (R$ 1,093 pela Telemig e R$ 120 milhões pela Amazônia Celular), não tira da Vivo o interesse em participar do chamado leilão das sobras de freqüência, que será realizado pela Anatel. Segundo Roberto Lima, presidente da empresa, ela se mantém interessada em comprar mais freqüências nas faixas ofertadas pela Anatel, especialmente na 1.9 GHz, porque ainda precisará resolver seu problema de roaming no Nordeste e de ampliar a capacidade de sua rede. “Temos apenas 25 MHz, menos do que alguns de nossos concorrentes”, disse ele. De fato, com a ampliação da base de usuários GSM, que consome mais banda, a Vivo já enfrenta problemas de capacidade em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

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