predio-QualcommNo primeiro trimestre de seu ano fiscal, encerrado em 24 de dezembro de 2017, o desempenho da Qualcomm foi garantido pelas vendas de chips da unidade CDMA que cresceram 13% graças à demanda dos segmentos de smartphones e carros.   Esse resultado compensou a queda da unidade de licenciamento, de 28% em relação ao ano anterior.

A queda de receitas com licenciamento se deve aos conflitos em que se envolveu com várias empresas, inclusivo uma disputa com a Apple por patentes de alto nível.

A receita aumentou 1 % para US$ 6,1 bilhões. Mesmo assim, a empresa registrou perda líquida de US$ 5,95 bilhões em comparação com um lucro de US$ 682 milhões no ano anterior, reflexo da cobrança única de US$ 6 bilhões por causa de novas leis tributárias dos EUA.

Excluindo itens únicos, a Qualcomm ganhou 98 centavos por ação, superando a estimativa média de analistas de 91 centavos, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S. (Com noticiário internacional e Assessoria de Imprensa)