Venda de frequência deve prever mais qualidade na conexão das escolas, defende Qualcomm


Os novos editais de venda de frequência da Anatel deveriam priorizar a qualidade das conexões para as escolas e instituições públicas de saúde em troca da ampliação de cobertura, defendeu hoje durante o 14º Wireless Mundi, Francisco Soares, diretor de relações governamentais da Qualcomm. “É preciso melhorar a conectividade nas escolas”, afirmou.

 

Segundo ele, já existem tecnologias disponíveis, como as small cells, que podem ser instaladas nas escolas e hospitais para ampliar a oferta de banda larga.

 

Aumento dos riscos

Já para Fernando Santanna, diretor de Engenharia Comercial da Oi, as cidades inteligentes precisam contar com conectividades de qualidade, e precisam também construir os mecanismos que melhorem a vida dos cidadãos.

 

“A cada dia se consomem mais dados, os sistemas são mais críticos, se usam mais tecnologias e há cada vez mais riscos”, assinalou. Assim, lembra, não apenas os requisitos de rede são críticos, mas o próprio poder computacional passa a ser um limitador da modernização das cidades.

O professor Roberto Bernardes, da FEI apresentou uma pesquisa, durante os debates do 14 Wireless Mundi, que mostra que no Brasil apenas 21 cidades  têm serviços de matrícula on line. ( Da redação).





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