Uso de app pelo celular cresce 30% entre clientes do Itaú


Pesquisa do Idec aponta que as operadoras de celulares pré-pagos descumprem regulação do setor e ainda cobram o minuto mais caro do que os planos pós            Esse levantamento faz parte da mobilização do Idec, em conjunto com a Consumers International, que este ano tem como mote de campanha para o Dia Mundial do Consumidor os direitos dos consumidores na telefonia: “Telefônicas: desbloqueiem nossos direitos”            O número de linhas da telefonia móvel tem aumentado vertiginosamente desde que o celular chegou ao território brasileiro. Em janeiro deste ano, já eram 272.353.241, de acordo com dados da consultoria Teleco. Destas, 212.293.343 (77,95%) são pré-pagas. Considerando a popularidade dessa modalidade e que o tema escolhido pela Consumers International (CI) para o próximo Dia Mundial do Consumidor - comemorado em 15 de março - é “Telefônica: Desbloqueiem nossos direitos”, o Idec fez uma pesquisa para avaliar o serviço prestado aos usuários de chips pré-pagos das quatro maiores operadoras do país: Claro, OI, TIM e Vivo.  Resultados da pesquisa (Confira matéria completa no site do Idec www.idec.org.br): Operadoras não cumprem o direito à informação dos consumidores Operadoras informam prazos de validade e preços diferentes no SAC e site  As ligações pré-pagas são mais caras Nem sempre as empresas informam o saldo disponível para ligações Relatório de chamadas não chega no prazo estipulado por lei Somente duas operadoras permitem a portabilidade de crédito e nenhuma devolve o valor em caso de cancelamento   Como foi feita a pesquisa A pesquisa, realizada entre janeiro e fevereiro, com recursos do projeto da Fundação Ford, teve como objetivo avaliar o serviço prestado pelas quatro maiores operadoras que atuam no país – Claro, OI, TIM e Vivo – aos usuários de celulares pré-pagos.   Os chips foram comprados em postos alternativos (banca de jornal e loja C&A) para avaliar se os funcionários desses estabelecimentos fornecem ao consumidor informações sobre o produto que ele está adquirindo.   Numa segunda etapa, avaliamos se as operadoras oferecem créditos com validade de 90 e 180 dias, obrigatórios de acordo com o regulamento do setor. Verificamos ainda o serviço de consulta de saldo; se o prazo para envio do relatório detalhado de chamadas é cumprido, assim como se ele apresenta todas as informações estabelecidas pelo regulamento; e se é possível transferir os créditos não utilizados para outra operadora em caso de portabilidade, assim como receber o dinheiro pago por eles de volta em caso de cancelamento.   Também verificamos, no site das empresas, os preços dos minutos nos planos pré-pagos, assim como as mensalidades e tarifas excedentes nos planos pós-pagos mais baratos de cada uma.    (Crédito: Shutterstock tock D. Hammonds)
(Crédito: Shutterstock tock D. Hammonds)

A procura nos bancos por serviços digitais só faz crescer, conforme aponta relatório do Itaú divulgado nesta terça-feira. A posse de smartphone e melhora da conectividade banda larga ajudou a impulsionar o uso de aplicativos. A quantidade de pessoas que recorre aos programinhas nos celulares cresceu 30%, para 7,2 milhões.

A empresa alcançou a marca de 11,9 milhões de clientes utilizando seus canais digitas. É crescimento de 12% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2015. O banco tem 26 milhões de correntistas, 59,1 milhões de clientes quando se inclui os não-correntistas, que contratam diferentes serviços – como seguros e cartão de crédito.

O Itaú possui 11,1 milhões de clientes acessando internet banking ou mobile banking, e 71% de todas as transações já acontece por canais digitais. O celular, sozinho, é responsável por 20% das operações. Nesta conta entra o SMS bidirecional, que também cresceu 30%, e é usado por 1,6 milhão de pessoas. O caixa eletrônico e o terminal na agência perderam usuários. Hoje, 18% e 8%, respectivamente, das transações se dão por essas vias. (Com assessoria de imprensa)

 

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