TVs publicam comunicado em jornais em defesa do padrão japonês


As dez maiores emissoras de TV aberta do país publicaram hoje, 23, em jornais de grande circulação, comunicado no qual reafirmam que o sistema ISDB-T, desenvolvido no Japão, com os aperfeiçoamentos criados pelos cientistas nacionais é o único que garantirá, gratuitamente, a todos os brasileiros, os benefícios da televisão digital.  O comunicado classifica como “saudável” o …

As dez maiores emissoras de TV aberta do país publicaram hoje, 23, em jornais de grande circulação, comunicado no qual reafirmam que o sistema ISDB-T, desenvolvido no Japão, com os aperfeiçoamentos criados pelos cientistas nacionais é o único que garantirá, gratuitamente, a todos os brasileiros, os benefícios da televisão digital. 

O comunicado classifica como “saudável” o debate “amplo e democrático” que tem ocorrido sobre a escolha do sistema digital a ser adotado pelo pais, mas ressalta que o que está em jogo é o melhor modelo de televisão para o país. “Nada pode justificar que o brasileiro seja privado de usufruir, gratuitamente, de uma televisão como imagem e som de alta qualidade, que possa ser assistida em movimento, em aparelhos portáteis e que ofereça opções de interatividade para o telespectador obter informações, serviços e diversão adicionais à programação exibida, usando apenas o seu controle remoto”.

O comunicado afirma que, diante das manifestações de outros setores sobre o sistema de TV digital do país, os radiodifusores se sentem “no direto e no dever” de externar publicamente a opinião do setor. “Esta decisão é urgente. (..) Não faltam elementos para tomada de decisão. A digitalização de outros setores, como a telefonia móvel e a televisão por assinatura, já foi implantada desde 1998. Não faz sentido que a TV livre e gratuita fique condenada ao atraso tecnológico e impedida de oferecer televisão de alta definição, de graça, ao povo brasileiro”, diz o comunicado que é assinado pelas emissoras Band, Cultura, Rede Globo, Record, RedeTV, Rede Vida, SBT, Canal 21, CNT e Rede Mulher.

(Da Redação)

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