Transmissão de vídeos na Copa das Confederações ocorre sem incidentes, diz Telebras.


Enquanto as telecomunicações nos estádios ficaram a desejar durante os jogos da Copa das Confederações, as transmissões de vídeo de alta definição (HDTV) da rodada de abertura transcorreram sem incidentes. É o que informa a Telebras, que construiu a infraestrutura necessária para o evento.

A estatal adianta que todos os engenheiros envolvidos com o projeto permanecerão em regime de plantão nas cidades-sede da Copa das Confederações até o dia 30 deste mês, para garantir o funcionamento da rede, como informa o diretor Técnico-Operacional da Telebras, Paulo Kapp.

A Telebras foi contratada pelo Ministério das Comunicações para construir a rede de fibra óptica que garante a transmissão das imagens dos estádios que sediam a Copa das Confederações ao Centro Internacional de Coordenação de Transmissão (IBCC) da Fifa, localizado em Belo Horizonte (MG). De lá essas imagens são distribuídas pelas emissoras de TV para todo o mundo.

Estão sendo utilizados links que totalizarão 100Gbps, conectando todos os estádios participantes do evento – Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ)  e Salvador (BA) – ao centro da Fifa. A tecnologia utilizada pela Telebras para iluminar as fibras é o DWDM (Dense Wavelengh Division Multiplexing), com equipamentos desenvolvidos no país.
Esses links garantem uma qualidade acima do praticado hoje no mercado de telecomunicações, que, conforme exigência da Fifa, atingem o patamar mínimo de disponibilidade de 99,99%. A estrutura será ampliada para a utilização na Copa do Mundo de 2014.

O trabalho de expansão da rede de fibra óptica para atender a demanda desses dois grandes eventos internacionais elevou o backbone da Telebras para mais de 25 mil km em todo o país, interligando todas as regiões brasileiras com uma banda larga de alta confiabilidade e velocidade. A estatal informa ainda que este será um legado para a população brasileira, que passa a ter a possibilidade de acesso ao Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) do Ministério das Comunicações, por meio de operadores regionais.(Da redação, com assessoria de imprensa)

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