TIM questiona aferição de qualidade da banda larga móvel


A TIM divulgou comunicado hoje (10) em que questiona os resultados da aferição de qualidade da banda larga móvel usada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no terceiro trimestre. A companhia afirma que “a atual metodologia adotada pela Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ) deve evoluir”.

A operadora diz também que “o processo de medições através de dispositivos fixos instalados em pontos determinados não simula uma experiência real de uso e pode gerar inconsistências importantes no processo de coleta de dados e comparação dos indicadores”. A aferição realizada pela EAQ é utilizada para verificar se as operadoras atendem metas de qualidade determinadas pela Anatel. O método oficial verifica a qualidade das conexões móveis em escolas públicas.

A TIM cita dados coletados pela ferramenta Speedtest.net, que aponta velocidade média de 5,9 Mbps para as conexões móveis da operadora, no Rio de Janeiro. Segundo a empresa, os números da ferramenta mostram resultados acima das metas em todas as capitais onde atua. A Ookla firmou contrato com a TIM para cessão de sua base de dados, sem identificação dos usuários, mas com segmentação por operadora.

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De acordo com os números do Speedtest, em agosto, a velocidade média de navegação nas redes 2G e 3G da TIM atingiu 1,3 Mbps, valor 30% acima da velocidade de referência prevista nos contratos, de 1 Mbps. Incluindo a rede 4G, a média de download sobe para 5,9 Mbps. Avaliando a conexão LTE isoladamente, a TIM alcança média de 18 Mpbs.

Quando se consideram somente os testes realizados nas capitais – onde está a maioria dos usuários de banda larga móvel do país – a TIM apresenta velocidade média de download de 4,5 Mbps a 6 Mbps em 23 das 27 capitais. Segundo a operadora, as medições do Speedtest.net indicaram velocidades de upload sempre acima de 1 Mbps em todo o país.

Investimentos
A operadora afirma que os dados do Speedtest confirmam a efetividade dos investimentos feitos em infraestrutura, que vão absorver 90% do orçamento de R$ 11 bilhões previstos para o triênio de 2014-2016. Os projetos de rede preveem expansão da fibra, compartilhamento de infraestrutura e ações integradas para absorver o crescimento da demanda por dados. A companhia aposta nas chamadas “HetNets” (Heterogeneous Networks), redes que combinam diversos tipos de acesso móvel, incluindo acessos em small cells, pontos de acesso WiFi, femtocells e biosites.

Há ainda a expansão de dois projetos-chave, que visam à melhor experiência de uso dos serviços 3G e 4G: o Fiber-to-the-Site (FTTS), com conexão de fibra às antenas, e o Mobile Broadband (MBB), que proporciona um desempenho diferenciado de navegação por meio da evolução da rede acesso e implementação de novas funcionalidades no core da rede. (Com assessoria de imprensa)

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