TIM Participações: adições líquidas batem recorde


No exercício encerrado, o lucro líquido da TIM Participações alcançou um recorde de R$ 399 milhões, de acordo com informações divulgadas hoje, 1º, pela companhia. No quarto trimestre, foram obtidos R$ 145 milhões, 74% a mais do que em igual trimestre de 2004. Com isso, a margem líquida passou de 10,3%, em 2004, para 13,7% …

No exercício encerrado, o lucro líquido da TIM Participações alcançou um recorde de R$ 399 milhões, de acordo com informações divulgadas hoje, 1º, pela companhia. No quarto trimestre, foram obtidos R$ 145 milhões, 74% a mais do que em igual trimestre de 2004. Com isso, a margem líquida passou de 10,3%, em 2004, para 13,7% no ano passado.

Em 31 de dezembro, o caixa líquido foi de R$ 1,1 bilhão.

O investimento de capital (capex) foi de R$ 685 milhões no ano, 51% dos quais no último trimestre. A principal destinação dos investimentos foi a rede, com R$ 453 milhões (66% do total), seguida pelos gastos com TI, de R$ 148 milhões (22% do total).

Em 2006, mediante aprovação dos acionistas em AGO, a previsão para o orçamento de capital é de R$ 543,2 milhões.

Receita bruta

A penetração total nas regiões Sul e Nordeste foi de 40,8%, no ano, abaixo da média nacional, de 46,8%. Em 2005, informa a empresa, mais um recorde foi o nível de adições líquidas: 1.857 milhão de novos clientes, 30% a mais do que no ano passado, e o maior de sua história.

A receita bruta de serviços foi de R$ 3,2 bilhões, no ano, 14% maior do que a obtida em 2004. Esse crescimento é atribuído pela empresa tanto à expansão de 33% na base de clientes, como à evolução anual de 85% na receita de serviços de valor adicionado (VAS). Essa receita totalizou R$ 219 milhões em 2005.

No ano, a receita bruta de aparelhos foi de R$ 734 milhões, 13% a mais do que em 2004, em conseqüência do incremento na venda de terminais – 2,4 milhões em 2005, 26% a mais do que em 2004.

No quarto trimestre, esta receita alcançou R$ 218 milhões, 5% a menos do que no mesmo trimestre de 2004, em função da redução do volume de aparelhos vendidos no período (menos 15%). Isso se deveu, sobretudo, ao aumento do preço de entrada na modalidade pré-paga, isto é, enquanto em dezembro de 2004 o preço do terminal era de R$ 149, um ano depois passou a R$ 199.

ARPU encolhe

Embora tenha crescido ligeiramente no quarto trimestre, em 2005 a receita média por usuário (ARPU) encolheu 14%. Segundo a empresa, isso resultou, sobretudo, do expressivo crescimento da base de clientes, em especial da pré-paga (mais 39%). E também da descontinuidade da prestação de serviços de longa distância.

O custo anual de rede e interconexão subiu 6%, para R$ 436 milhões devido a fatores como o crescimento da base e de outros custos relacionados á ampliação da capacidade e cobertura da rede GSM, bem como do incremento do custo de manutenção de duas redes (GSM e TDMA).

O custo de aquisição de novos clientes (SAC) diminuiu 7%, em 12 meses, tanto em função do custo de retenção, como em virtude da valorização do real face ao dólar, e da redução nos preços médios de compra dos aparelhos.

As despesas com inadimplência (provisão para devedores duvidosos – PDD), de R$ 118 milhões, diminuíram em 3% sua participação na receita bruta.

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