TIM Fiber mira no Norte e Nordeste


Até 2016, a TIM Fiber tem por meta, já anunciada, interligar com fibra as estações radiobase que tem implantadas nas cem maiores cidades do país. Hoje, segundo seu presidente, Rogério Takanayashi, 50% do tráfego já está atendido. Mas antes de atingir esta meta, a empresa deverá começar a propagar a sua rede em outras cidade. E no alvo, diz ele, estão o Norte e Nordeste.

Por que privilegiar regiões de difícil acesso? Ele diz que essas regiões sãos as mais dessasistidas em termos de resiliência de backhaul pela concessionária da região, que são as regiões de maior crescimento da demanda e que se enquadram no perfil da TIM Fiber. “Não viemos para atender as regiões de maior renda, embora tenhamos produtos para elas, mas para atender a classe B e C+”, conta ele.

Com uma base ainda pequena de clientes de banda larga fixa – 130 mil – a TIM Fiber não se propõe a ser uma concorrente da GVT. “Nosso público prioritário é outro”, emenda Takanaiashi, que hoje (11) participou, ao lado do presidente, Rodrigo Abreu, e do VP de assuntos regulatórios, Mário Girasole, de um almoço com a imprensa em São Paulo.

Ele também se diz impressionado sobre o avanço do streaming, na demanda de dados, em relação ao peer do peer. “Se quando começamos, em 2011, o peer to peer representava 80% do tráfego, hoje ele é 20%. Em seis meses, sua participação caiu cinco vezes”, disse ele, ao comentar a mudança de cultura do usuário, que busca agora melhor comodidade e qualidade, mesmo que tenha que pagar alguma coisa pelo download de filmes e programas de entretenimento.

Anterior TIM não acha que consolidação é caminho sem volta
Próximos Apple e IBM lançam primeiro app corporativo desenvolvido em conjunto