shutterstock_Pressmaster_FORMACAO_PROFISSIONAL_GENTE_MERCADO_NEGOCIOSA operadora TIM ainda não usou integralmente o financiamento de R$ 5,7 bilhões que obteve no Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), em 2013. Desde então, a companhia pegou o equivalente a R$ 3,73 bilhões, 65% do total.

A linha de crédito exigia que a operadora dedicasse todo o valor a investimentos durante o triênio 2014-2016. A validade do acordo termina este ano, em junho, prazo limite para o saque do valor restante, de R$ 1,96 bilhão.

Em 2014, a companhia desembolsou R$ 1,76 bilhão desta linha, em 2015, R$ 1,17 bilhão e, em 2016, R$804 milhões. Ano passado, o Capex da companhia foi de R$ 4,5 bilhões, dos quais a maior parte foi alocada em 3G e, principalmente, 4G.

Assembleia geral
Estes e outros detalhes das operações da TIM serão analisados pelos acionistas da tele na próxima assembleia geral, que acontece em 19 de abril. A proposta da companhia é distribuir R$ 0,061425357 em dividendos, que é o mínimo de 25% do lucro líquido (R$ 750 milhões) apurado em 2016.

A empresa registrou lucro líquido por ação de R$ 0,31 no ano. A data-ex será 19 de junho de 2017. Em 2015, quando o lucro foi de R$ 2 bilhões, o lucro líquido por ação ficou em R$ 0,85, e os dividendos foram R$ 0,19 por ação.

Também será deliberada a assinatura de aditivo a contrato de prestação de serviços com a Intelig, no valor de € 10,87 milhões (cerca de R$ 36 milhões ao câmbio atual). A parceria é renovada ano a ano, desde 2008.