TIM Brasil vê salto no Banda Larga para Todos


O  presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, disse hoje (11), em entrevista coletiva de final de ano à imprensa paulista, que acompanha de perto, e com a apresentação de subsídios a exemplo de outras operadoras, a elaboração do Banda Larga para Todos, anunciado pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha de reeleição, e confirmado como prioridade entre as obras de infraestrutura pelo futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. “Se em implementado, terá importante papel de indução do crescimento e de inclusão social”, disse Abreu, para quem as medidas de ajuste na macroeconomia são mais do que necessárias e já eram esperadas pelo mercado.

Segunda fase do Plano Nacional de Banda Larga, lançado no final do primeiro governo Lula, o Banda Larga para Todos tem a pretensão de, em quatro anos, levar fibra no backhaul a 90% dos municípios brasileiros e a 45% dos domicílios para o país. Embora considere a meta ambiciosa, Abreu acha que ela é importante porque significa o comprometimento do segundo governo Dilma com o projeto. De acordo com ele, o uso de recursos do Fistel é uma resposta às reivindicações das operadoras e da indústria de telecom desde a privatização. “Sempre defendemos que parte dos recursos recolhidos da indústria voltassem ao setor por meio de investimentos em áreas sem rentabilidade. E é isso que está sendo pensado no Banda Larga para Todos”, afirmou ele, insistindo que ainda é muito cedo para avaliar o plano. “Temos sinalizações, mas poucas informações concretas.”

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