Telemar nega fusão, pela última vez.


A Telemar Participações (TmarPart) divulgou hoje, 27 de agosto, comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) em que nega estar tomando parte em qualquer iniciativa “de reestruturar o sistema da telefonia privada brasileira ou as participações societárias nas empresas concessionárias de serviços de telefonia”, refutando informações divulgadas na imprensa sobre uma eventual fusão com a …

A Telemar Participações (TmarPart) divulgou hoje, 27 de agosto, comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) em que nega estar tomando parte em qualquer iniciativa “de reestruturar o sistema da telefonia privada brasileira ou as participações societárias nas empresas concessionárias de serviços de telefonia”, refutando informações divulgadas na imprensa sobre uma eventual fusão com a Brasil Telecom.

No comunicado a operadora expressa ser sua intenção, e de suas controladas Tele Norte Leste Participações e Telemar Norte Leste Participações, “não se manifestar novamente acerca de especulações relativas ao assunto” sem que alguma das empresas possua informação relevante, e que este procedimento não significa “concordância com novos rumores ou conjecturas”. A TmarPart afirma que especulações vagas” sobreo assunto “levam a uma progressiva e indevida desinformação do mercado”. A empresa concluiu afirmando estar “voltada apenas para o interesse exclusivo dos acionistas das companhias envolvidas e dos usuários”.

Neste momento o interesse dos acionistas está no próximo leilão de ações preferenciais da Telemar Norte Leste, anteriormente marcado para 14de agosto, e adiado para 6 de setembro. A TmarPart levantou R$ 12,07 bilhões em empréstimos, para aumentar seu poder de fogo nesse leilão, e elevou de R$ 35,00 para R$ 45,00 o valor por ação a ser pago aos acionistas da Telemar Norte Leste que aderirem ao leilão.

Recentemente, Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi/Telemar, afirmou que informações desencontradas, como o anúncio do ministro das Comunicações, Hélio Costa, de que o governo estaria criando um grupo de trabalho para estudar a fusão da Telemar/Oi com a Brasil Telecom "ajuda pouco" a empresa nesse momento de reestruturação acionária. Costa, posteriormente, negou que houvesse qualquer tipo de conversa entre governo e empresas neste sentido.

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