Telefônica Vivo vai definir novos investimentos após conclusão da compra da GVT


O presidente do grupo Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente, afirmou hoje, após participar da primeira reunião com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, que o grupo irá cumprir com sobra o compromisso de investir R$ 23,4 bilhões no triênio 12/14 assumido com a presidente Dilma em janeiro de 2011.

O presidente do grupo Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente, afirmou hoje, após participar da primeira reunião com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, que o grupo irá cumprir com sobra o compromisso de investir R$ 23,4 bilhões no triênio 12/14 assumido com a presidente Dilma em janeiro de 2011.

O aumento dos investimentos deve ser considerado, ressaltou, tendo em vista que a empresa pagou pelas duas frequências leiloadas pela Anatel, no período de 2012, pela faixa de 2,5 GHz; e no ano passado, pela banda de 700 MHz.

Quanto aos investimentos do próximo triênio, Valente explicou que a empresa prefere aguardar a decisão do Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – sobre a sua oferta de compra da GVT, para então fazer um orçamento unificado. “Temos a expectativa de finalizar até o final do primeiro semestre deste ano a operação GVT, por isto, ainda é preliminar falar sobre investimentos do grupo”, afirmou ele.

Para Valente, ainda não é possível avaliar com precisão as novas obrigações impostas pela Anatel como condição para a compra da GVT – entre elas, a da atuar em pelo menos mais 10 cidades fora de São Paulo em três anos – mas acha que elas são razoáveis.

Segundo o executivo, a aquisição da GVT ou os novos investimentos não foram temas tratados com o ministro Berzoini. A reunião se concentrou na apresentação do grupo Telefônica e a defesa, por parte do executivo, da massificação do uso das Tecnologias de Informação e Comunicações (TICS).

-Temos feitos muitos movimentos para usar a TIC como fonte de melhoria de processo na saúde, educação, segurança, serviço financeiro. E a condição básica para que isto ocorra é a conectividade. Temos possibilidade de usar mais intensamente as TICs do que usamos hoje, deveria ser uma prioridade pública, concluiu.

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