Telefônica propõe medidas de estímulo à banda larga


Diante da importância econômica da banda larga para o crescimento econômico do Brasil, o país precisa, além das iniciativas já adotadas tanto pelo governo como pelos investidores privados, definir políticas em três segmentos: viabilizar o uso dos recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) na massificação da banda larga no país e na adoção …

Diante da importância econômica da banda larga para o crescimento econômico do Brasil, o país precisa, além das iniciativas já adotadas tanto pelo governo como pelos investidores privados, definir políticas em três segmentos: viabilizar o uso dos recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) na massificação da banda larga no país e na adoção de modelo de subsídio direto ao usuário; traçar um modelo de redução da carga tributária, em especial em relação aos novos serviços (receita que ainda não existe); e estabelecer medidas de fomento à implantação de novas redes.

Essa é a visão da Telefônica, apresentada por seu vice-presidente de estratégia e regulação, Maurício Giusti, durante o 16º Encontro Tele.Síntese, promovido pela Momento Editorial. Depois de apresentar um estudo, realizado no estado de Kentucky, nos Estados Unidos, sobre a relação entre investimento de banda larga e crescimento econômico e do emprego, Giusti insistiu na necessidade da construção de uma plano de banda larga no país contemplando as medidas propostas. No caso do fomento às novas redes, bateu na tecla da necessidade de a Anatel homologar os equipamentos para a faixa de 2,5 GHz, de tal forma que as redes WiMAX nessa faixa possam ser logo implantadas. A Telefônica depende dessa decisão para colocar sua rede WiMAX em operação.

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