Telefónica pensa plano B, se venda da O2 não for aprovada


A Telefónica, dona da Telefônica Vivo, já estuda alternativas para a redução de sua dívida de € 49,9 bilhões ( ou US$ 56, 5 bilhões) caso não consiga efetivar a venda da operação britânica de celular O2 para a Three, da chinesa Hutchison, como foi anunciado no ano passado.

São fortes os sinais de que a Ofcom não está satisfeita com o acordo e com a proposta apresentada para minimizar a concentração no mercado de celular, que seria a entrega de parte da rede para os operadores móveis virtuais (MVNO). A agência reguladora insiste em que continue a existir uma quarta operadora de celular no mercado britânico, o que, para a Hutchison, inviabilizaria a fusão das empresas, fazendo com que ela procurasse a justiça.

Conforme a agência Bloomberg, a Telefónica prefere uma alternativa menos belicosa (e mais rápida) e por isso já estaria pensando em vender a O2 para outras empresas, como a Liberty Global ou fundos de private equity, ou mesmo fazer uma IPO.

O acordo de venda entra as duas foi anunciado por £ 10,3 bilhões ( ou US$ 14, 6 bilhões). (com agências internacionais).

 

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3 Comments

  1. Thomaz Barros
    20 de Abril de 2016

    Prezados, uma pequena correção: a Hutchison Whampoa é chinesa, não japonesa. Sua sede é em Hong Kong.

  2. Vagner Ornelas
    20 de Abril de 2016

    Impor uma franquia de dados nos planos de banda larga fixa, não seria uma forma da Telefônica, dona da Vivo aumentar os seus lucros rapidamente para ajudar a pagar a tal da dívida, uma vez que os lucros são remetidos para a matriz ???