Telefónica pensa plano B, se venda da O2 não for aprovada


A Telefónica, dona da Telefônica Vivo, já estuda alternativas para a redução de sua dívida de € 49,9 bilhões ( ou US$ 56, 5 bilhões) caso não consiga efetivar a venda da operação britânica de celular O2 para a Three, da chinesa Hutchison, como foi anunciado no ano passado.

São fortes os sinais de que a Ofcom não está satisfeita com o acordo e com a proposta apresentada para minimizar a concentração no mercado de celular, que seria a entrega de parte da rede para os operadores móveis virtuais (MVNO). A agência reguladora insiste em que continue a existir uma quarta operadora de celular no mercado britânico, o que, para a Hutchison, inviabilizaria a fusão das empresas, fazendo com que ela procurasse a justiça.

Conforme a agência Bloomberg, a Telefónica prefere uma alternativa menos belicosa (e mais rápida) e por isso já estaria pensando em vender a O2 para outras empresas, como a Liberty Global ou fundos de private equity, ou mesmo fazer uma IPO.

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O acordo de venda entra as duas foi anunciado por £ 10,3 bilhões ( ou US$ 14, 6 bilhões). (com agências internacionais).

 

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