Telefônica e BB lançam cartão de crédito e serviços de telefonia


O Banco do Brasil (BB) e a Telefônica lançaram hoje, 6 de setembro, um cartão de crédito que também oferece serviços de telefonia. Com o nome de “Fale Sempre”, o cartão terá utilidades de cartão de crédito internacional, com bandeira Visa ou Mastercard, e também poderá ser utilizado para realizar chamadas locais, DDD e DDI, …

O Banco do Brasil (BB) e a Telefônica lançaram hoje, 6 de setembro, um cartão de crédito que também oferece serviços de telefonia. Com o nome de “Fale Sempre”, o cartão terá utilidades de cartão de crédito internacional, com bandeira Visa ou Mastercard, e também poderá ser utilizado para realizar chamadas locais, DDD e DDI, de qualquer terminal fixo ou móvel do mundo. As tarifas de chamadas de longa distância, nacionais e internacionais, terão desconto de 10% frente às tarifas praticadas pela Telefônica no mercado, para os clientes do cartão.

O Fale Sempre será comercializado a partir de outubro, e existe exclusividade de ambas as empresas “por mais de um ano”, afirmou Gilmar Camurra, vice-presidente de finanças da Telefônica. Ele informou que a operadora “espera atingir 700 mil cartões no primeiro ano de lançamento”, que terá anuidade gratuita para os clientes que colocarem suas contas da Telefônica em cobrança automática no cartão. Para quem não optar pelo débito automático, haverá cobrança de anuidade, em quatro parcelas de R$ 9. Há também a possibilidade de utilizar o cartão para colocar créditos nas linhas Economia e Controle, da Telefônica. “O cliente não precisa mais sair de casa para comprar cartões pré-pagos”, disse Camurra.

A parceria é a primeira do genêro que a Telefónica faz no mundo, e o projeto poderá ser estendido para outros países. Segundo José Maria Rabelo, vice-presidente do BB, o banco participou de concorrência com outras 13 instituições financeiras, nacionais e internacionais, para fechar esta parceria com a operadora. Ele destacou também que “para adquirir o cartão não há necessidade de ser cliente do Banco do Brasil”, e que este é um modelo de negócios focado no público de não-clientes do banco.

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